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Identificação e síntese de peptídeos da enolase de Sporothrix schenckii como candidatos vacinais na esporotricose

Processo: 15/09340-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2015
Vigência (Término): 30 de novembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Pesquisador responsável:Iracilda Zeppone Carlos
Beneficiário:Deivys Leandro Portuondo Fuentes
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):17/13228-0 - Avaliação da modificação aminoacídica, caracterização estrutural e imunogenicidade dos peptídeos P1-A e P3-A derivados da enolase de s. schenckii para fins vacinais contra a esporotricose, BE.EP.PD
Assunto(s):Sporothrix schenckii   Adjuvantes   Vacinas

Resumo

Esporotricose é uma infecção crónica que afeta os seres humanos e outros mamíferos, causada pelo complexo de espécies de Sporothrix schenckii. A doença tem uma distribuição mundial, mas é considerada uma micose endêmica zoonótica no Brasil, principalmente no estado do Rio de Janeiro e nas regiões metropolitanas de São Paulo. O tratamento antifúngico é demorado e está associado a efeitos adversos, apontando a procura de estratégias preventivas ou terapêuticas mais eficazes e seguras, sendo que uma das alternativas mais adequadas seria a vacinação. Até hoje, poucos antígenos na parede celular de S. schenckii tem sido suficientemente estudado. O mais conhecido é a proteína de adesão altamente imunogênica de 70kDa, sendo que transferência passiva de anticorpo monoclonal contra a gp70 conferiu proteção em camundongos previamente infectados com o fungo. Paralelamente, um estudo recente por nosso grupo de trabalho, demonstrou que o soro de camundongos vacinados com proteínas da superfície celular de S. schenckii formuladas com dois adjuvantes imunológicos apresentaram imunorreatividade contra uma proteína de 46 kDa previamente identificada como um enolase e adesina de S. schenckii e S. brasiliensis. A transferência passiva de soro imune em camundongos antes da infecção com o fungo gerou uma significativa proteção Considerando que a enolase ainda não foi estudada como um possível candidato vacinal contra esporotricose, propomos sintetizar peptídeos imunogênicos a partir desta proteína para avaliar a sua imunogenicidade e capacidade protetora em modelo de infecção murina de esporotricose, isso tudo alinhado com nossos estudos prévios observados no doutorado.

Patente(s) depositada(s) como resultado deste projeto de pesquisa

Solicitação em análise e dentro do prazo legal de sigilo previsto na legislação BR1020180756729 - Universidade Estadual Paulista (UNESP) . Solicitação em análise e dentro do prazo legal de sigilo previsto na legislação - 11 de dezembro de 2018

 
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