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Simetria hemisférica em idosos e cognição: um estudo de ressonância magnética usando morfometria baseada em voxel

Processo: 14/19639-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2015
Vigência (Término): 30 de setembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria
Pesquisador responsável:Geraldo Busatto Filho
Beneficiário:Rodrigo Nicida Garcia
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Ressonância magnética   Idosos   Neuroimagem   Cognição

Resumo

As alterações da cognição estão dentre as mais notáveis no processo de envelhecimento, sendo observadas tanto em casos de patologia, como na Doença de Alzheimer, quanto no envelhecimento saudável. Há muitos estudos que tratam deste tema, porém, nenhum estudo publicado procurou relacionar o envelhecimento cognitivo com a redução na assimetria hemisférica.Os hemisférios cerebrais são assimétricos, funcional e estruturalmente. Esta característica está relacionada com a lateralização das funções cerebrais, que consiste na especialização de cada hemisfério em atividades diferentes. Estudos passados já demonstraram, através de ressonância magnética funcional (fMRI), a redução da assimetria de funcionamento com a idade em algumas regiões, notadamente do lobo frontal. Porém, por mais que estudos de fMRI proporcionem valiosas informações a respeito do funcionamento do cérebro, a análise volumétrica mantém sua importância, visto que alterações funcionais e estruturais nem sempre se correspondem. Adicionalmente, ainda há poucos dados a respeito de alterações de simetria estrutural.Em nosso estudo, usaremos a morfometria baseada em voxel (VBM) para analisar um banco de imagens de ressonância magnética, buscando comparar os níveis de assimetria no volume de massa cinzenta em regiões específicas do cérebro de idosos. Para isso, usaremos técnicas de processamento que permitem evidenciar as diferenças entre os dois hemisférios e quantificá-las, de maneira que possamos analisar estes dados estatisticamente.Feita a análise e quantificação da assimetria, relacionaremos estes dados com resultados de testes cognitivos referentes à mesma população, realizados no mesmo dia da aquisição das imagens. Esperamos que com isto obteremos pistas quanto à relação entre envelhecimento cognitivo e perda de assimetria.

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