Busca avançada
Ano de início
Entree

Interação entre os inflamassomas NLRP3 e NLRC4 na ativação de macrófagos

Processo: 15/09029-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2015
Vigência (Término): 30 de junho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Karina Ramalho Bortoluci
Beneficiário:Laura Migliari Branco
Instituição-sede: Centro de Terapia Celular e Molecular. Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):17/21814-7 - Papel de NLRP3 e catepsinas lisossomais na ativação do inflamassoma NLRC4, BE.EP.DD
Assunto(s):Ativação de macrófagos   Transdução de sinais   Inflamassomos   Caspase 1   Flagelina   Nigericina

Resumo

Os inflamassomas são complexos proteicos de alto peso molecular formados após o reconhecimento de patógenos ou de sinais de dano (DAMPs) no citosol celular. Após a ativação, os inflamassomas ativam a caspase-1 e caspase-11 e medeiam o processamento e a secreção das citocinas inflamatórias IL-1beta e IL-18 e a morte celular por piroptose. Mais recentemente, novas funções efetoras foram atribuídas aos inflamassomas, como ativação de enzimas envolvidas na capacidade microbicida de macrófagos, liberação de DAMPs e de mediadores lipídicos e ativação da resposta imune adaptativa. Dentre os inflamassomas, os melhor caracterizados são NLRP3 e NAIP/NLRC4. O inflamassoma NLRP3 é ativado por uma diversidade de estímulos como patógenos virais, fungos, protozoários e bactérias, DAMPs e toxinas bacterianas formadoras de poros, como a nigericina. O inflamassoma NAIP/NLRC4 reconhece proteínas do sistema de secreção e a flagelina de bactérias virulentas que atingem o citoplasma. Dados recentes sugerem que diferentes inflamassomas possam interagir, atuando juntos para montar respostas adequadas frente a patógenos. Resultados preliminares obtidos pelo nosso grupo vão de acordo com a literatura, uma vez que sugerem que, em macrófagos peritoneais, os receptores NLRC4 e NLRP3 interagem funcionalmente frente à flagelina e à nigericina. Contudo, ainda não está claro como essas proteínas interagem e tampouco o reflexo dessa interação para a ativação dos mecanismos efetores dos inflamassomas. A compreensão dos mecanismos moleculares responsáveis pela formação e regulação da atividade dos inflamassomas é de extrema importância para a identificação de possíveis alvos para o tratamento de doenças infecciosas e patologias inflamatórias relacionadas ao funcionamento inadequado dessas maquinarias moleculares. Nesse trabalho, pretendemos elucidar como ocorre a interação entre NLRC4 e NLRP3 em resposta à flagelina citosólica e à nigericina. (AU)

Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.