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Apropriações públicas do espaço: pracialidades em edifícios da Avenida Paulista - MASP, Cetenco Plaza e Conjunto Nacional

Processo: 15/19178-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2016
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Paisagismo
Pesquisador responsável:Eugenio Fernandes Queiroga
Beneficiário:Isabela Luisi Fernandes da Costa
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Espaço urbano   Espaço privado   Espaço público   Infraestrutura urbana   São Paulo (SP)

Resumo

Em oposição à valorização do uso de espaços privados e fechados, que prevaleceu na cultura paulistana durante as décadas de 80 e 90, percebe-se hoje uma maior apropriação pública dos espaços na cidade de São Paulo. Tal fato pode ser exemplificado pelo uso intensivo de parques, praças, e ruas em alguns bairros da capital. A Avenida Paulista caracteriza-se por ser um desses espaços ativos, que atraem milhares de pessoas principalmente aos finais de semana. Aliado ao intenso uso verificado nas calçadas da Avenida, percebe-se também uma forte apropriação pública no espaço térreo dos edifícios do Masp, Cetenco Plaza e do Conjunto Nacional - ainda que não sejam espaços de propriedade pública. Manifestações políticas, atividades de lazer, esporte e cultura são ações que podem ser vistas com frequência nos espaços citados. Pretende-se estudar como esses espaços de propriedade privada funcionam como lugares da vida pública na contemporaneidade paulistana. A partir da análise de aspectos da morfologia da avenida e da tipologia geral de seus edifícios, pretende-se discutir como a forma arquitetônica dos objetos escolhidos corrobora para a existência da apropriação pública nesses espaços. Além disso, refletir sobre os usos estabelecidos nos edifícios do entorno e a infraestrutura urbana do local, como fatores que influenciam a existência de lugares dessa natureza.

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: