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Relação entre o estrógeno e o treinamento de força sobre as vias IGF-1, PGC-1±4, miRNAs e sirtuínas no tecido muscular esquelético de ratas senis

Processo: 15/14592-2
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 15 de fevereiro de 2016
Vigência (Término): 21 de abril de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia
Pesquisador responsável:Rita Cássia Menegati Dornelles
Beneficiário:Samuel Rodrigues Lourenço de Morais
Supervisor no Exterior: Antonio Musaro
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Local de pesquisa : Università degli Studi di Roma La Sapienza, Itália  
Vinculado à bolsa:13/18907-2 - Influência do estrógeno e do treinamento de força sobre a morfologia e o estresse oxidativo muscular de ratas senis, BP.DR
Assunto(s):Envelhecimento da população   Terapia de reposição hormonal   Treinamento de força   Sistema musculoesquelético   Fator de crescimento insulin-like I   Sirtuínas

Resumo

Durante a senescência feminina, o eixo hipotálamo-hipófise-gônadas passa por redução progressiva em suas funções, resultando em deficiência endócrina. As concentrações plasmáticas de estrógeno (E2) influenciam os mecanismos responsáveis pela manutenção da massa muscular, possivelmente através de ação direta do E2 por meio de receptores específicos (± e ²). A terapia de reposição hormonal estrogênica (THE) exerce efeito protetor sobre a manutenção da força e massa muscular em mulheres, além de reduzir o estresse oxidativo. Atualmente, o treinamento de força (TF) é a intervenção mais eficaz na prevenção de perda de massa muscular durante a senescência. No entanto, a literatura mostra resultados controversos quando as terapias são utilizadas isoladamente e em associação, especialmente durante a senilidade feminina. No presente estudo, pretendemos investigar os mecanismos de transcrição envolvidos na manutenção do músculo esquelético e marcadores de senescência em ratas senis submetidas à THE, TF e associação de ambos. Para isso, por meio de abordagem proteômica, investigaremos as isoformas de IGF e PGC-1±4, miRNAs (miR-182 e miR-223), além dos receptores de E2 (± e ²) e Sirtuínas (SRT1, SRT3, SIRT6 e SRT7), no músculo esquelético de ratas senis. Sugerimos que os efeitos induzidos pela THE e TF sobre o estresse oxidativo e parâmetros morfológicos ocorrem de maneira diferente por meio das vias IGF-1, PGC-1±4, miRNAs e Sirtuínas no músculo esquelético de ratas senis. (AU)