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Expressão de genes autofágicos em camundongos nocaute para FFAR4

Processo: 15/23491-5
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 30 de março de 2016
Vigência (Término): 29 de março de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Mário Roberto Maróstica Junior
Beneficiário:Carla Evelyn Coimbra Nuñez
Supervisor no Exterior: Karsten Kristiansen
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Copenhagen, Dinamarca  
Vinculado à bolsa:13/13480-0 - Modulações do processo autofágico na dieta hiperlipídica, BP.PD
Assunto(s):Ácidos graxos   Tecido adiposo   Dieta   Imunidade   Autofagia

Resumo

O elevado consumo de dietas ricas em ácidos graxos saturados tem sido extensivamente associado à obesidade e as doenças crônico-degenerativas. Por outro lado, um crescente número de estudos tem reforçado a ideia de que os ácidos graxos ômega-3 tem um grande potencial anti-obesogênico, como demonstrado por suas ações anti-inflamatórias e anti-adipogênicas. Além das ações imunomodulatórias do ômega-3, a capacidade de melhorar o perfil do tecido adiposo merece atenção adicional, uma vez que as anormalidades do tecido adiposo branco (WAT) são implicadas no desenvolvimento de distúrbios associados à obesidade como a esteato-hepatite não-alcóolico e resistência à insulina. Foi demonstrado recentemente, que a autofagia, mecanismo primariamente ativado pela redução do suprimento de energia, é supra-regulado no tecido adiposo de pessoas e camundongos obesos e que os ácidos graxos podem modular a autofagia em vários tipos celulares. Além disso, o knockout específico dos genes ATG leva a um camundongo magro e resistente à obesidade. O presente estudo tem como objetivo avaliar a expressão dos genes autofágicos na gordura mesentérica em camundongos Ffar4KO e comparar a mudança na inflamação e na massa do tecido adiposo. A hipótese é que a expressão de genes autofágicos no mesentérico é diferente da expressão desses genes em camundongos Ffar4 KO. Adicionalmente, uma vez que a interação entre os lipídios e a microbiota intestinal tem um papel crucial na modulação da performance metabólica e na inflamação do tecido adiposo, o conteúdo do cólon e do cécum serão coletados e a composição da microbiota será determinada pelo sequenciamento da amplificação do 16S rDNA.