| Processo: | 15/20799-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 15 de março de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 14 de março de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Vânia Luiza Deperon Bonato |
| Beneficiário: | Vânia Luiza Deperon Bonato |
| Pesquisador Anfitrião: | Tim Sparwasser |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | TWINCORE Center for Experimental and Clinical Infection Research, Alemanha |
| Assunto(s): | Pneumonia Asma Células epiteliais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Asma | células dendíticas | Celulas Epiteliais | Il-17 | Pneumonia | Tlr9 | patogênese da asma |
Resumo A asma é uma doença complexa e heterogênea. Enquanto a asma alérgica, geralmente definida como a asma branda, é caracterizada pela produção de IgE, ativação de células Th2 e recrutamento de eosinófilos, a asma não alérgica, definida como moderada ou grave, é caracterizada por ativação de células Th17 e recrutamento misto de eosinófilos e neutrófilos. Infecções virais e bacterianas, e poluentes são fatores associados com a gravidade dos casos de asma. O objetivo deste projeto é testar a hipótese de que a infecção por Streptococcus pneumoniae exacerba a inflamação alérgica e estudar o mecanismo envolvido na exacerbação. A nossa hipótese baseia-se na premissa de que a infecção bacteriana altera o fenótipo da asma alérgica (Th2) para a asma não alérgica (não de Th2), sendo as células dendríticas e as células epiteliais fatores centrais neste processo. As células dendríticas são reguladores-chave tanto na geração como na perpetuação da resposta alérgica das vias respiratórias. Células epiteliais que interagem com o alérgeno secretam diferentes mediadores que induzem a diferenciação das células Th2. Além disso, as células dendríticas e as células epiteliais participam ativamente na resposta imune contra S. pneumoniae. Usando um modelo de asma experimental induzida pela exposição ao alérgeno seguida de infecção por S. pneumoniae, vamos quantificar e avaliar a função de células dendríticas mielóides e plasmocitóides na exacerbação de asma alérgica. Para confirmar o papel de células dendríticas na exacerbação da asma induzida pela pneumonia bacteriana, serão realizados experimentos empregando diferentes abordagens experimentais que envolvem depleção de células CD11c+, camundongos com depleção de TLR9 em células dendríticas, e transferência de células dendríticas plasmocitóides. A compreensão dos processos que orquestram diferentes padrões de inflamação na asma alérgica ou não alérgica poderá conduzir ao desenvolvimento de terapias individualizadas, não só para o tratamento dos sintomas, mas para curar a doença. (AU) | |
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