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Estudo da ativação de inflamassomas, em queratinócitos humanos, por ação do veneno da aranha Loxosceles laeta e sua esfingomielinase D

Processo: 15/17053-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2016
Vigência (Término): 31 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunoquímica
Pesquisador responsável:Denise Vilarinho Tambourgi
Beneficiário:Priscila Hess Lopes
Instituição-sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07467-1 - CeTICS - Centro de Toxinas, Imuno-Resposta e Sinalização Celular, AP.CEPID
Assunto(s):Loxosceles   Venenos   Inflamassomos

Resumo

Os inflamassomas são complexos multiproteicos capazes de detectar sinais de perigo derivados de patógenos ou sinais endógenos de stress celular. A ativação destes promove a rápida conversão do zimógeno da caspase-1 à enzima ativa. Tal enzima atua na maturação de citocinas como a IL-1² e IL-18, além de induzir um tipo de morte celular programada, com características inflamatórias, chamada de piroptose. Componentes presentess em venenos exibem atividades citotóxicas que dependem de sua capacidade de se ligar e romper membranas celulares, assim é possível que os venenos possam induzir a ativação de inflamassomas; no entanto, são poucos os estudos dirigidos à investigação do reconhecimento de venenos animais pelo sistema imune inato. Algumas características inflamatórias do loxoscelismo, como a produção de IL-1² e geração de superóxido, sugerem que o reconhecimento deste veneno/toxina pelo sistema imune inato em queratinócitos, ocorra por ativação de inflamassomas, dando início a cascata de eventos inflamatórios que culmina no desenvolvimento da lesão necrótica. Assim, este estudo tem como objetivo investigar a possível ativação de inflamassomas pelo veneno de Loxosceles laeta e de sua toxina central, a SMase D, em queratinócitos humanos, bem como verificar a influência desta ativação na morte celular induzida pelo veneno/toxina, além de investigar a influência da geração de ROS pelo veneno/toxina na ativação dos inflamassomas.

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
LOPES, PRISCILA HESS; MURAKAMI, MARIO T.; PORTARO, V, FERNANDA C.; MESQUITA PASQUALOTO, KERLY FERNANDA; VAN DEN BERG, CARMEN; TAMBOURGI, V, DENISE. Targeting Loxosceles spider Sphingomyelinase D with small-molecule inhibitors as a potential therapeutic approach for loxoscelism. Journal of Enzyme Inhibition and Medicinal Chemistry, v. 34, n. 1, p. 310-321, JAN 1 2019. Citações Web of Science: 0.
MANZONI-DE-ALMEIDA, DANIEL; SQUAIELLA-BAPTISTAO, CARLA CRISTINA; LOPES, PRISCILA HESS; VAN DEN BERG, CARMEN W.; TAMBOURGI, DENISE V. Loxosceles venom Sphingomyelinase D activates human blood leukocytes: Role of the complement system. Molecular Immunology, v. 94, p. 45-53, FEB 2018. Citações Web of Science: 5.
LOPES, PRISCILA HESS; ROCHA, MARISA M. T.; KUNIYOSHI, ALEXANDRE KAZUO; VIEIRA PORTARO, FERNANDA CALHETA; GONCALVES, LUIS ROBERTO C. Edema and Nociception Induced by Philodryas patagoniensis Venom in Mice: A Pharmacological Evaluation with Implications for the Accident Treatment. Journal of Pharmacology and Experimental Therapeutics, v. 361, n. 3, p. 349-354, JUN 1 2017. Citações Web of Science: 0.

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