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Educação como desbarbarização: a crítica ao fascismo nas reflexões filosófico-educacionais de Theodor W. Adorno

Processo: 15/23302-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2016
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Educação - Fundamentos da Educação
Pesquisador responsável:Sinésio Ferraz Bueno
Beneficiário:Amanda Forner
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Marília. Marília , SP, Brasil
Assunto(s):Filosofia da educação   Psicanálise   Fascismo   Análise crítica do discurso   Teoria crítica   Theodor W. Adorno

Resumo

Durante a fase norte-americana do Instituto de Pesquisas Sociais, o filósofo alemão Theodor Adorno, no contexto da pesquisa de natureza interdisciplinar sobre o fenômeno da personalidade autoritária, escreveu um importante artigo empregando conceitos da psicanálise freudiana para refletir sobre o fascismo em solo norte-americano. Nessa reflexão, Adorno propôs, como implicação do envolvimento emocional das massas com o líder, certo tipo de envolvimento farsesco, denominado como impostura, que teria um papel fundamental para explicar a adesão a movimentos de massa. Alguns anos depois, em seus escritos no campo educacional, o filósofo enfatizou a necessidade de desbarbarização no campo educativo, entendida como dissolução dos elementos de frieza subjetiva. Considerando esses dois campos de estudo, o presente Projeto pretende articular o conceito de impostura, originado da crítica de Adorno ao fascismo, ao imperativo de desbarbarização no campo educacional, com o objetivo de explicitar a relevância de uma autoreflexão crítica de natureza subjetiva na área da educação.

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