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Rasto atrás: a nostalgia da obra de Jorge Andrade na encenação de Gianni Ratto (1967)

Processo: 15/22381-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2016
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Artes - Teatro
Pesquisador responsável:Larissa de Oliveira Neves Catalão
Beneficiário:Sofia Fransolin Pires de Almeida
Instituição-sede: Instituto de Artes (IA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Dramaturgia   Cenografia   Poética   Encenação   Nostalgia   Estudo comparativo

Resumo

O presente projeto pretende desenvolver uma pesquisa acerca da obra Rasto Atrás, do dramaturgo brasileiro Jorge Andrade, tendo como foco a primeira encenação da peça, realizada pelo italiano Gianni Ratto no ano de 1967. Esta pesquisa terá como objetivo a análise das escolhas cenográficas na encenação de Gianni Ratto, que, além de diretor, trabalhou como cenógrafo do espetáculo, e a repercussão crítica desta encenação sob o ponto de vista de uma característica constante na obra do dramaturgo Jorge Andrade: a nostalgia. A análise da encenação e da cenografia deverão ser direcionadas a pensar sobre como as personagens vivem essa nostalgia. Desta forma, busco fazer um estudo comparativo e relacional entre a obra escrita por Jorge Andrade e a criação de Gianni Ratto, tendo como horizonte a transmissão deste caráter extremamente específico apresentado por Jorge Andrade, para a cena. Refletirei sobre que medida e de quais formas as escolhas técnicas e poéticas de Gianni Ratto contribuíram não só para o entendimento da linha dramatúrgica de Rasto Atrás, que por si só já é complexa e profunda o bastante, mas para além, na transmissão de características intrínsecas às personagens e ao enredo de Rasto Atrás.