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Estudo da coinfecção em células hospedeiras com duas cepas de Trypanosoma Cruzi

Processo: 15/21969-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2016
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Renato Arruda Mortara
Beneficiário:Matheus Martinelli Lima
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/51475-3 - Biologia molecular e celular do parasitismo por Trypanosoma cruzi, AP.TEM
Assunto(s):Biologia celular   Cultura de células   Matriz extracelular   Epimastigotas   Transição epidemiológica   Coinfecção   Trypanosoma cruzi   Variação genética   Estudo clínico

Resumo

Trypanosoma cruzi é o agente etiológico da doença de Chagas, patologia de grande importância médica na América Latina. Este protozoário é um organismo digenético sendo capaz de alternar seu ciclo de vida entre um hospedeiro invertebrado e vertebrado. Em seu ciclo biológico T. cruzi apresenta quatro formas evolutivas distintas: epimastigota, amastigota e tripomastigotas metacíclico e sanguíneo. A infectividade do parasita está relacionada diretamente com a cepa e com a forma evolutiva, sendo que amastigotas extracelulares da cepa G possuem alta infectividade e da cepa CL baixa infectividade em cultura celular; por outro lado, tripomastigotas derivados de cultura da cepa G demonstram baixa infectividade, e parasitas da cepa CL alta taxa de infecção no mesmo modelo de cultura. As infecções mistas ocorrem deforma frequente na natureza, e podem envolver patógenos de mesma espécie ou de espécies distintas, fato que pode interferir nos padrões de infectividade dos organismos patogênicos envolvidos. Sabe-se que pacientes podem estar infectados com mais de um isolado de T. cruzi e estudos sobre poliparasitismo na doença de Chagas podem contribuir na compreensão sobre variação genética do parasita, suas características epidemiológicas, além do curso clínico da doença e eficácia dos tratamentos disponíveis atualmente. No presente estudo serão utilizadas cepas de T. cruzi que apresentam padrões de infectividade distintos, e será analisado o comportamento destes parasitas em células coabitadas em comparação à infecção simples.

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