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Efeito do transplante de células tronco precursoras interneuronais na amígdala basolateral no processo de dependência química à anfetamina

Processo: 15/17878-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2016
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Pesquisador responsável:Beatriz de Oliveira Monteiro
Beneficiário:Raphael Wuo da Silva
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Anfetamina   Complexo nuclear basolateral da amígdala   Neurofisiologia

Resumo

As células precursoras neuronais da eminência gangliônica medial (EGM) são capazes de diferenciar-se em interneurônios GABAérgicos. O transplante de células da EGM tem mostrado relevância no tratamento de doenças como a epilepsia, Alzheimer e distúrbios de ansiedade. A dependência as drogas de abuso, dentre elas a anfetamina, é uma doença crônica do sistema nervoso central, caracterizada pela busca e uso compulsivos da droga e pela alta taxa de recaídas, cuja tentativa de tratamento tem se mostrado ineficaz, até o presente momento. Um aspecto importante para o desenvolvimento da dependência são as associações (condicionamento) entre os efeitos reforçadores das drogas de abuso e o contexto ambiental. Tais associações formam memórias que são responsáveis por reativar o comportamento de busca pela droga e levam a recaída. Uma das estruturas cerebrais envolvidas no processo de associações entre o uso da droga e o contexto ambiental, e consequentemente, com a formação e reativação de memórias relacionadas ao uso da droga, é a amigdala basolateral. Tem sido demonstrado que a interrupção da amigdala basolateral por agentes farmacológicos inibe a aprendizagem associativa entre as drogas e as pistas ambientais e facilita o processo de extinção de memórias relacionadas ao uso da droga. Desse modo, um tratamento eficaz para a dependência da anfetamina poderia ser a interrupção da amigdala basolateral e consequentemente, a inibição das associações entre os efeitos reforçadores da anfetamina e o contexto ambiental. Desse modo, o transplante de células da EGM na amigdala basolateral poderia modificar a circuitaria neuronal nessa estrutura cerebral e facilitar a extinção de memórias relacionadas ao condicionamento, entre os efeitos reforçadores da anfetamina e do contexto ambiental e assim, inibir a recaída. Esse projeto tem como objetivo investigar o efeito do transplante de células EGM na amigdala basolateral no processo de dependência química a anfetamina no modelo animal de preferência condicionada por lugar. (AU)

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