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Influência dós receptores canabinóides CB1 e CB2 na regeneração nervosa após esmagamento de nervo periférico em Camundongos C57Bl/6J

Processo: 15/25902-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2016
Vigência (Término): 30 de setembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira
Beneficiário:Nicoli Benitez Cadiolli
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Neurociências   Sistema nervoso periférico   Regeneração nervosa   Antagonistas   Nervo isquiático   Canabidiol   Imuno-histoquímica   Estudos experimentais

Resumo

O sistema nervoso periférico possui capacidade regenerativa limitada, de modo que, suas lesões levam a grande impacto na qualidade de vida do paciente. Apesar de cirurgicamente tratáveis, as lesões do nervo periférico raramente atingem a recuperação completa. Desse modo, são necessárias estratégias que proporcionem uma melhor recuperação funcional do nervo, por exemplo, através da administração de substâncias com propriedades neuroprotetoras, por exemplo, o canabidiol (CBD). A ação do canabidiol parece estar relacionada com a ativação dos receptores canabinóides CB1 e CB2. Estudos demostram que o tratamento com canabidiol está associado a diminuição da astrogliose e reatividade microglial, após lesão de nervo periférico. Além disso, o tratamento com CBD levou a melhora na recuperação funcional, que foi intensificada através da administração concomitante de antagonista de receptor CB1. O presente estudo pretende avaliar o efeito da administração de antagonistas CB1 e CB2 na regeneração nervosa e na recuperação funcional após esmagamento unilateral do nervo isquiático. Para isso serão utilizados camundongos C57BL/6J de 6-8 semanas que serão divididos em cinco grupos experimentais: sem lesão (grupo controle); tratamento com veículo; tratamento com antagonista CB1, tratamento com antagonista CB2 e tratamento com ambos os antagonistas. Após a lesão, os grupos receberão doses diárias de antagonistas por 15 dias. Após 4 semanas ou recuperação completa os animais sofreram eutanásia e a intumescência lombar e porção distal do nervo isquiático serão extraídos. Os grupos serão avaliados através da técnica de imunoistoquímica para os anticorpos anti-GAP-43, anti-S100 e anti-V-GLUT1, anti-CB1 e anti-CB2. A avaliação da recuperação funcional será realizada através do sistema CatWalk®.

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