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Levantamento do gênero Heterolepipoderma (Gastrotricha: Chaetonotida: Chaetonotidae) nos estados de Minas Gerais e São Paulo

Processo: 15/24943-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2016
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:André Rinaldo Senna Garraffoni
Beneficiário:Marina Prado Melchior
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/23856-0 - Reconstrução filogenética de Gastrotricha baseada em dados moleculares e morfológicos, AP.BTA.JP
Assunto(s):Água doce   Meiofauna   Sistemática   São Paulo   Minas Gerais

Resumo

Gastrotricha são microinvertebrados aquáticos (com menos de 1 mm) e importantes componentes do bentos e fitofauna de habitats de água doce e marinho. Apesar do grande número de populações em distintos ambientes, este táxon não é muito estudado, possivelmente pelo seu diminuto tamanho e fragilidade de seus corpos, o que torna seu estudo difícil. O táxon é composto por mais de 750 espécies, tradicionalmente dividido em duas ordens Chaetonotida (majoritariamente de água doce) e Macrodasyida (majoritariamente marinha). Com relação aos Chaetonotida, a família mais especiosa é Chaetonotidae, a qual engloba cerca de metade das espécies descritas distribuídas em 14 gêneros distintos. O gênero Heterolepidoderma Remane, 1927 é caracterizado por ter o corpo revestido dorsolateralmente por várias fileiras de pequenas escamas alongadas portadoras de uma quilha mediana. Apesar deste gênero apresentar uma ampla distribuição mundial a diversidade deste táxon ainda é pouco conhecida haja visto que o número de espécies formalmente descritas é bastante reduzido quando comparado a outros gêneros da família. A partir disso, o presente projeto tem como objetivo revisar e investigar as espécies pertencentes ao gênero Heterolepidoderma encontradas em Minas Gerais e São Paulo. Para que sejam triados vivos, todo o material será processado dentro de, no máximo, uma semana. Tal procedimento é essencial para a obtenção de espécimes em ótimas condições. Serão utilizadas micropipetas para fazer a transferência dos espécimes triados para montagem das laminas permanentes após tratamento em solução de 10% glicerina-formol e a lamínula, que, posteriormente serão vedadas com esmalte de unha. Também será empregada a técnica de microscopia eletrônica de varredura para um melhor detalhamento das características morfológicas externas (AU)