| Processo: | 15/24898-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia |
| Pesquisador responsável: | Rumio Taga |
| Beneficiário: | Ana Carolina Cestari Bighetti |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Levantamento do assoalho do seio maxilar Microtomografia por raio X Biomateriais Morfometria Porcelana dentária Xenoenxertos Bio-Oss Coelhos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cerâmica | Coelhos | Levantamento do Assoalho do Seio Maxilar | Materiais biocompatíveis | Microtomografia por Raio-X | Morfometria | Tecido ósseo e Biomateriais ósseo substitutos |
Resumo A cirurgia de aumento do assoalho do seio maxilar na região posterior de maxila atrófica é um procedimento comum na odontologia para ganho de volume ósseo, a fim de, permitir a colocação adequada de implantes metálicos na região. No entanto, o sucesso na sua utilização tem sido observado apenas com o uso de alguns biomateriais substitutos ao enxerto autógeno. Esses biomateriais com eficácia comprovada na literatura são importados e de alto custo, dificultando o seu acesso à população. Deste modo, o objetivo da atual pesquisa foi comparar a formação óssea, grau de reabsorção, osteocondutividade e a mudança tridimensional do volume do seio enxertado com a utilização de dois materiais em desenvolvimento no país, o xenoenxerto bovino desproteinizado (In700) e o aloplástico beta-tricalcio fosfato (B-TCP) versus o consagrado xenoenxerto Bio-Oss®. Em 27 coelhos (total de 54 seios maxilares) serão realizados levantamento bilateral dos seios que receberão 0,2ml do biomaterial homogeinizado com sangue conforme o grupo tratamento Bio-Oss, In700 e B-TCP. Sobre cada janela óssea de acesso será colocada uma membrana de osso cortical bovino reabsorvível (Gen-Derm®). Os animais de cada grupo serão eutanasiados após 15, 30 e 60 dias (n=6/período) e as peças com os seios serão coletadas e fixadas em formol a 10% em tampão fosfato por uma semana. As peças serão submetidas à análise microtomográfica (Micro-CT) para determinação do volume total do levantamento, do biomaterial e do osso neoformado. A seguir, os seios maxilares de cada período/grupo serão desmineralizados e submetidos ao processamento histológico. Os eventos celulares e teciduais desencadeado por cada material durante o processo de reparo ósseo serão avaliados histomorfometricamente em cortes histológicos alternados de 5 mm de espessura corada pela hematoxilina-eosina. Além disso, realizaremos a caracterização microestrutural dos materiais pela microscopia eletrônica de varredura (MEV) e espectroscopia de energia dispersiva (EDS) em 5 amostras de cada. Os resultados desses experimentos permitirão relacionar as características microestruturais dos biomateriais como presença, tamanho e interconectividade dos poros e dos elementos químicos presentes na superfície dos biomateriais com o padrão de formação óssea no levantamento de seio maxilar. Os resultados obtidos poderão favorecer ou não a indicação para a aplicação clínica futura desses biomateriais nacionais nos procedimentos de levantamento de seio maxilar. (AU) | |
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