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Efeito de pigmentos vegetais antioxidantes sobre a viabilidade de células submetidas a estresse oxidativo fotoinduzido

Processo: 15/24760-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de março de 2016
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Erick Leite Bastos
Beneficiário:Caroline de Oliveira Machado
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/03134-4 - Fotoproteção de células da retina utilizando pigmentos naturais encapsulados em lipossomas, BE.EP.DD
Assunto(s):Fotoquímica orgânica   Pigmentos vegetais   Antioxidantes   Estresse oxidativo   Degeneração macular

Resumo

A degeneração macular é uma doença que compromete a percepção visual de nitidez e cor e pode causar perda irreversível da visão. Não há cura para a degeneração macular, mas algumas alternativas de tratamento retardam o seu desenvolvimento; dentre elas, a suplementação alimentar com formulações antioxidantes que contém luteína e zeaxantina. Estes carotenóides da classe das xantofilas são encontrados na mácula, região central da retina, e em plantas. Nos dois casos, a absorção parcial da luz incidente (principalmente azul e ultravioleta) previne o dano oxidativo fotoinduzido. Assim como os carotenoides, betalaínas e antocianinas são pigmentos naturais antioxidantes. Curiosamente, embora carotenóides tenham sido encontrados em plantas pigmentadas por antocianinas ou por betalaínas, estas duas classes são mutuamente exclusivas. O objetivo desse projeto é determinar se antocianinas, betalaínas e xantofilas puras e suas misturas previnem a morte de células de retina submetidas a estresse oxidativo fotoinduzido. Os pigmentos vegetais usados neste estudo serão extraídos de flores, frutos e raízes e purificados. Soluções e emulsões O/A dos compostos e de suas misturas serão preparadas baseando-se em formulações de colírios comerciais e serão caracterizadas sob o ponto de vista fotofísico. Essas formulações terão sua capacidade antirradicalar determinada e serão submetidas à oxidação por espécies reativas de oxigênio e nitrogênio in vitro. Em seguida, células de retina da linhagem ARPE-19 serão submetidas a dano oxidativo fotoinduzido na presença e na ausência das formulações e a sua viabilidade será determinada em função do tempo. (AU)