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Epidemiologia espacial da dengue em Araraquara, Brasil

Processo: 15/24821-9
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2016
Vigência (Término): 31 de julho de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública
Pesquisador responsável:Adriano Mondini
Beneficiário:Aline Chimello Ferreira
Supervisor no Exterior: Gonzalo Vazquez-Prokopec
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Local de pesquisa : Emory University, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:13/02338-9 - Distribuição espacial da incidência de dengue e da infestação por Aedes sp. em Araraquara, São Paulo: análises retrospectiva, prospectiva e fatores condicionantes, BP.DR
Assunto(s):Epidemiologia   Dengue

Resumo

A dengue é uma doença viral febril transmitida por vetores, que atinge milhares de pessoas todos os anos e é considerada um grande problema de saúde pública. O aumento na magnitude da doença é fortemente associado com a circulação contínua dos quatro sorotipos que causam epidemias cada vez mais imprevisíveis. As ferramentas atuais utilizadas para o combate ao vírus e vetor não tem contribuído para conter a dispersão da doença e novas ferramentas para o controle e prevenção da dengue são urgentemente necessárias. Mapas de incidências de doenças sempre desempenharam um papel importante em estudos epidemiológicos, principalmente em saúde pública, auxiliando no entendimento da ocorrência de doenças e para o estabelecimento de medidas de controle. A cidade de Araraquara vem apresentando um aumento no número de casos notificados da doença. A primeira epidemia registrada foi em 2008, com incidência de 639 casos por 100 mil habitantes, e a partir de então a dengue ocorre em todos os meses do ano. As maiores incidências são observadas entre os meses de março a maio, período que sucede meses de grande precipitação. Dados recentes ainda não publicados sugerem alguns padrões espaciais na ocorrência da doença que podem levantar medidas de controle mais eficientes. As incidências brutas de dengue de 2008 a 2015, calculadas por setor censitário da área urbana, utilizarão uma categoria única por ano. Entretanto, outras análises são necessárias para avaliar os setores com diferentes taxas de incidências e sua importância na dispersão da doença. Como as incidências nos diferentes setores sofrem oscilações e contam com valores nulos, um modelo hierárquico Bayesiano deve ser empregado. Esse modelo, utilizado para correção dessas flutuações, deve possibilitar uma análise de regressão espacial mais compreensível que irá auxiliar prever a ocorrência de dengue na cidade. A análise de regressão espacial será realizada e permitirá levantar entre diversas variáveis socioeconômicas e demográficas, aquelas associadas com a incidência de dengue por setor censitário. As variáveis socioeconômicas e demográficas serão baseadas no Índice Paulista de Vulnerabilidade Social, calculado a partir de informações do Censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

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