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Imobilização e caracterização do reator enzimático de tripsina para aplicação em análise proteômica

Processo: 15/25755-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2016
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Quezia Bezerra Cass
Beneficiário:Izadora Liranço Furlani
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/01710-1 - Ligantes enzimáticos: novos modelos de triagem, AP.TEM
Assunto(s):Imobilização de enzimas   Tripsina   Ligantes

Resumo

Embora os métodos clássicos de proteólise estejam bem estabelecidos, o longo tempo para o preparo da amostra associado a grande variabilidade obtida para uma dada proteína por digestão com tripsina demandam por novos protocolos e elucidação dessas variações. Neste contexto, a imobilização de tripsina em diferentes suportes tem sido alvo de uma variedade de estudos objetivando redução no tempo de proteólise com formação de maior número de peptídeos limites. As vantagens da imobilização (IMER) - estabilidade, pequeno volume de amostra, redução no tempo de ensaio e reutilização - aliadas às do uso de um suporte magnético - grande área superficial, fácil separação com o auxilio de um campo magnético e intervenções precisas em meios complexos - despertam o interesse para o uso desta ferramenta em proteoma. Assim, o projeto aqui apresentado tem como objetivo desenvolver um protocolo de proteólise empregando a tripsina imobilizada em partículas magnéticas.