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Pesquisa e desenvolvimento de software para otimização espacial de operações mecanizadas

Processo: 15/24265-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE  
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2015
Vigência (Término): 31 de julho de 2016
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Engenharia Agrícola - Máquinas e Implementos Agrícolas
Pesquisador responsável:Mark Spekken
Beneficiário:Mark Spekken
Empresa:Mark Spekken Engenharia
Vinculado ao auxílio:15/01071-4 - Pesquisa e desenvolvimento de software para otimização espacial de operações mecanizadas, AP.PIPE
Assunto(s):Desenvolvimento de software   Robótica   Agricultura de precisão   Conservação do solo

Resumo

A SOMO (Spatial Optimization of Mechanized Operations) é uma empresa voltada para desenvolvimento tecnológico em TI (Tecnologia da Informação) incubada na ESALQTec na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) - Universidade de São Paulo, Piracicaba-SP. Observando o desenvolvimento de sistemas de navegação e direcionamento (piloto automático e controle de tráfego), sistemas de suporte que gerem as rotas para o uso destes passam a ser necessários. Trabalhos foram desenvolvidos no campo de path-planning (planejamento de percursos) de máquinas sobre talhões agrícolas visando minimização dos impactos como tempo improdutivo, sobre aplicação de insumos, compactação e perda de solo por erosão hídrica, obtendo resultados positivos nestes. O pesquisador principal deste projeto participou de um número de trabalhos relacionados e propõe a obtenção de um aplicativo que integre vários aspectos de impacto em um sistema capaz de simular instantaneamente rotas para obter uma rota final otimizada. Um número de cinco processos chave são considerados para obtenção de uma rota final ótima: criação e posicionamento de trajetos minimizando sobreposição de cobertura; avaliar perda de solo por paralelismo do trajetos em relação à cota altimétrica (utilizando a equação RUSLE) ou criar estes trajetos visando escoamento difuso de água; extrair os custos de tempo e espaço necessários para as manobras (utilizando equações cinemáticas baseadas em variáveis mecânicas e operacionais); buscar sequência ótima de tráfego sobre os trajetos visando redução do tempo de manobra e logística de reabastecimento (utilizando custos detalhados de tráfego e algoritmo heurístico); e a transformação destes impactos em valores econômicos para uma otimização global. São esperados resultados específicos de cada um dos processos em forma de variáveis a serem convertidos em um valor econômico, além de uma rota (ou opções de rota) georrefenciadas passíveis de serem transferidas para sistemas de navegação. (AU)