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Ativ pró-inflamatória de proteinases de venenos de serpentes: i)obtenção de proteinases recombinantes em sistema livre de CEL; II) geração de microvesículas por monócitos estimulados com proteinases nativas e recomb e sua interação com células endoteliais

Processo: 15/23691-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2016
Vigência (Término): 30 de setembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Solange Maria de Toledo Serrano
Beneficiário:Milene Cristina Menezes dos Santos
Instituição-sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07467-1 - CeTICS - Centro de Toxinas, Imuno-Resposta e Sinalização Celular, AP.CEPID
Bolsa(s) vinculada(s):17/16643-9 - Produção de proteinases recombinantes do veneno de Bothrops Jararaca usando sistemas de expressão livre-de-célula derivados de extratos de células eucarióticas, BE.EP.PD
Assunto(s):Proteômica

Resumo

Células liberam formas múltiplas de vesículas extracelulares, incluindo estruturas conhecidas como microvesículas (MVs), que são capazes de alterar o ambiente extracelular. Apesar do crescente número de estudos sobre MVs, sua biogênese, função e conteúdo, além dos mecanismos que regulam a entrega de seus conteúdos ainda são pouco conhecidos. MVs são geradas por diversos tipos celulares como células endoteliais, plaquetas, monócitos, células tumorais, entre outras, e podem estar envolvidas em eventos fisiológicos e patológicos, participando na comunicação célula-célula, através de interações mediadas por receptores ou por transferir moléculas bioativas, incluindo receptores de membrana, proteínas, lipídios, tRNAs, mRNAs, microRNAs e organelas. Toxinas de venenos de serpentes viperídeas induzem resposta inflamatória aguda, que contribui para a gravidade dos sintomas observados no envenenamento, possivelmente envolvendo a liberação de MVs. No entanto, a participação de MVs no quadro patológico do envenenamento ofídico não é conhecida. Sendo assim, pretendemos neste projeto analisar o efeito de MVs geradas por monócitos ativados por uma metaloproteinase (bothropasina), e uma serinoproteinase (PA-BJ) do veneno Bothrops jararaca, na forma nativa e recombinante, sobre células endoteliais. O conteúdo das diferentes MVs será avaliado utilizando abordagens proteômicas e peptidômicas a fim de compreender como a carga destas MVs pode afetar o endotélio durante o envenenamento. Ainda, o presente projeto visa à implantação da técnica de produção de toxinas recombinantes utilizando um sistema de expressão livre de célula derivado de Escherichia coli, inédito no Brasil. O sucesso no estabelecimento desse projeto no Instituto Butantan permitirá a implantação de uma plataforma para produção de proteínas de interesse acadêmico e biotecnológico.

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
MENEZES, MILENE C.; KITANO, EDUARDO S.; BAUER, VERENA C.; OLIVEIRA, ANA K.; CARARO-LOPES, EDUARDO; NISHIYAMA, JR., MILTON Y.; ZELANIS, ANDRE; SERRANO, SOLANGE M. T. Early response of C2C12 myotubes to a sub-cytotoxic dose of hemorrhagic metalloproteinase HF3 from Bothrops jararaca venom. JOURNAL OF PROTEOMICS, v. 198, p. 163-176, APR 30 2019. Citações Web of Science: 0.

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