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Influência da temperatura e do tempo sobre agentes patogênicos presentes no lodo de esgoto compostado

Processo: 15/26261-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2016
Vigência (Término): 31 de outubro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Convênio/Acordo: SABESP
Pesquisador responsável:Robert Boyd Harrison
Beneficiário:Marianne Fidalgo de Faria
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Empresa:Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA)
Vinculado ao auxílio:13/50413-0 - Compostagem do lodo de esgoto: avaliação do processo, do produto gerado e dos custos, AP.PITE
Assunto(s):Biossólidos   Microbiologia

Resumo

O lodo de esgoto é o resíduo gerado em maior quantidade nas ETEs e tem como destino final, quase sempre, os aterros sanitários. Esta disposição certamente não é a melhor opção por vários aspectos: a) os aterros tem seu custo de deposição; b) a legislaçao a partir de 2014 passou a obrigar a deposição em aterros especificos, portanto mais caros e certamente mais distantes dos pontos de produção; c) o lodo de esgoto contem alta umidade e gera chorume, que deverá, por sua vez, ser contido e tratado; d) o lodo de esgoto contém matéria orgânica e nutrientes, que poderiam ser aplicados na área agrícola e florestal como fertilizante/condicionador de solo. No entanto, a partir de 2011, quando a resolução Conama 375/2006 entrou em vigor, houve grande dificuldade das ETEs cumprirem os limites de tolerância para indicadores de patogenicidade para os lodos Classe B. Uma alternativa legal encontrada para destinação adequada do lodo de esgoto é enquadra-lo como Produto Fertilizante Orgânico Composto Classe D, através do MAPA. O lodo ao ser misturado com uma fonte de carbono, permite a elevação de temperatura, o que permite a pasteurização da massa e a diminuição ou, possivelmente, eliminação dos organismos patogênicos. Portanto, este projeto, vai ao encontro da viabilização do composto a partir de dois tipos de lodo de esgoto (Lodo atividado e Lagoa de Decantação) e 3 fontes de carbono (casca de eucalipto, bagaço de cana e casca de arroz) estudando o processo de compostagem e a possível eliminação de coliformes termotolerantes, Salmonella spp e ovos viáveis de Ascaris spp, pela elevaçao da temperatura. O experimento será desenvolvido em pátio de compostagem na ETE SABESP - Botucatu, localizada dentro da FCA-Unesp. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
FARIA, Marianne Fidalgo de. Compostagem de lodo de esgoto e indicadores de patogenicidade. 2018. Tese de Doutorado - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Faculdade de Ciências Agronômicas (Campus de Botucatu)..

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