| Processo: | 16/03289-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Sandra Lia do Amaral Cardoso |
| Beneficiário: | Vinicius Ferreira de Paula |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 14/23229-6 - Efeitos do treinamento físico na hipertensão, enrijecimento arterial e atrofia muscular induzidos por dexametasona: papel do estresse oxidativo, AP.R |
| Assunto(s): | Fisiologia Pressão sanguínea Músculo esquelético Exercício físico Glucocorticoides |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | exercício físico | Glicocorticóides | Musculatura esquelética | pressão arterial | Fisiologia |
Resumo A dexametasona (DEX) é amplamente utilizada na clínica devido a seu potente efeito antialérgico e anti-inflamatório, contudo o seu uso crônico pode provocar diversas alterações metabólicas e hemodinâmicas importantes. Tem sido demonstrado que o tratamento com DEX contribui para o desenvolvimento de hipertensão arterial (HA) e atrofia muscular, contudo os mecanismos responsáveis por esses efeitos ainda não são totalmente compreendidos. Demonstramos recentemente que o aumento de pressão arterial induzido pela DEX parece não envolver o sistema renina angiotensina, neste sentido outros mecanismos merecem ser avaliados, uma vez que tem sido demonstrado que 20% das pessoas tratadas com corticoides desenvolvem HA. Estudos sugerem que um possível mecanismo, comum para HA e atrofia muscular, seja um desequilíbrio entre produção e remoção de espécies reativas de oxigênio (EROS). Inversamente, o treinamento físico aeróbio contínuo (TFa) e resistido (TFr) têm sido recomendados como co-adjuvantes no tratamento da HA e patologias que envolvem atrofia muscular, no entanto, se seus efeitos estão associados a uma melhora do balanço redox ainda não é conclusivo. Assim, o objetivo geral do presente estudo será investigar se a hipertensão arterial e a atrofia muscular, induzidas pela DEX, estão ocorrendo por um desequilíbrio entre produção e remoção de EROS e se a atenuação destes efeitos colaterais pelo TF está associada a um melhor balanço redox nestes animais. Para responder a estes questionamentos este projeto irá associar técnicas funcionais (pressão arterial e avaliação do enrijecimento arterial) e estruturais (razão parede-luz das arteríolas e área de seção transversa). Estes medidas serão associadas com avaliações moleculares, tanto gênicas quanto proteicas dos parâmetros responsáveis pelo balanço redox e atrofia muscular em ratos sedentários e treinados na esteira ou na escada, tratados ou não com DEX. | |
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