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Obtenção de linhagens mutantes de Leishmania amazonensis capazes de expressar luciferases modificadas

Processo: 15/26121-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2016
Vigência (Término): 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Silvia Reni Bortolin Uliana
Beneficiário:Victor de Sousa Agostino
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Protozoologia   Leishmania mexicana   Leishmaniose visceral   Quimioterápicos   Tratamento   Triagem   Luciferases   In vivo   Técnicas in vitro   Modelo experimental

Resumo

Protozoários do gênero Leishmania são os agentes etiológicos de leishmaniose visceral e tegumentar, doenças com apresentações clínicas bastante diversas. Anualmente cerca de 2 milhões de novos casos de leishmaniose tegumentar e visceral são diagnosticados no mundo. Poucos são os fármacos disponíveis para tratamento de leishmanioses no Brasil: antimoniato de meglumina, anfotericina B e pentamidina. Esses medicamentos apresentam diversos problemas como alta toxicidade, administração por via parenteral e alto custo. Existe, dessa forma, grande urgência em se buscar novas alternativas para a terapia dessas doenças. Em nosso laboratório, temos buscado identificar novos quimioterápicos para aplicação no tratamento de leishmanioses. Para isso, temos empregado modelos experimentais para teste de compostos candidatos utilizando parasitas mutantes expressores de genes repórter. Dessa forma a detecção dos parasitas é facilitada, tanto in vitro como in vivo. Mutantes expressores de luciferase foram obtidos e utilizados com sucesso na caracterização da atividade de fármacos. Entretanto, algumas limitações foram encontradas no uso da luciferase como repórter. Esse projeto tem como objetivo a obtenção de linhagens de Leishmania amazonensis mutantes expressoras de variantes da enzima luciferase denominadas NanoLuc, NanoLuc-PEST e RedLuc. Essas enzimas são capazes de catalisar reações que produzem luz com maior atividade específica ou em comprimentos de onda diferentes da luciferase tradicional, de forma que deverão possibilitar um grande aumento de sensibilidade na detecção de parasitas nos testes in vitro e in vivo de triagem de fármacos. Essas linhagens transgênicas poderão ser também utilizadas em estudos sobre a fisiopatologia da doença.

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