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Identificação e análise funcional de proteínas LEA dehidrinas ortólogas de Arabidopsis e soja

Processo: 15/26238-9
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 01 de agosto de 2016
Vigência (Término): 31 de julho de 2017
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Sandra Helena Unêda-Trevisoli
Beneficiário:Sandra Helena Unêda-Trevisoli
Anfitrião: Allan Bruce Downie
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Kentucky (UK), Estados Unidos  
Assunto(s):Biologia computacional   Biotecnologia   Expressão gênica   Estresse abiótico

Resumo

Os mecanismos de proteção em sementes ortodoxas previnem as células de danos abióticos, preservando o meio celular durante períodos prolongados de estresse. As proteínas LEA desempenham um importante papel, permitindo que as células das sementes ortodoxas reduzam ou evitem, o dano causado pela perda de água durante o processo de maturação e na preservação dos constituintes celulares durante a anidrobiose. O complemento total de proteínas LEA em soja (Glycine max) e Arabidopsis (Arabidopsis thaliana) foi catalogado, sendo os pares de ortólogos identificados. As LEA dehidrinas são uma das nove diferentes famílias LEA, encontradas nestas e em outras espécies. A pesquisa proposta será conduzida utilizando-se proteínas recombinantes e o sistema de expressão em fagos (Phage display) para desvendar as interações proteína: proteína entre proteínas LEA dehidrinas e suas proteínas "clientes" em soja e Arabidopsis. Técnicas avançadas de biologia molecular (RT-PCR, síntese de proteínas recombinantes, Phage Display, Paired-End PhageSeq) serão utilizadas na identificação, ou seja, para os ortólogos de proteínas LEA dehidrinas selecionadas de cada espécie, serão identificadas aquelas proteínas clientes com as quais as LEAs interagem. Os resultados esperados deste projeto consistem em expandir o conhecimento sobre a função das LEAs em proteger as células dos danos de dessecação letais. Tais informações, quando aplicadas às sementes de soja, podem auxiliar os esforços para melhorar a longevidade no armazenamento da soja, potencialmente fornecendo protocolos de tecnologia de sementes, permitindo ao mesmo tempo a intervenção para a melhoria da qualidade das sementes produzidas nos programas de melhoramento genético. O conhecimento das proteínas LEAs pode também fornecer meios de proteger estas proteínas "clientes" em células vegetativas em condições de estresse, durante as fases de florescimento, polinização e enchimento de grãos, proporcionando formas de melhorar a resistência aos estresses nos períodos críticos de desenvolvimento da cultura, sem contudo provocar queda nos rendimentos.