| Processo: | 15/25643-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Edison Luiz Durigon |
| Beneficiário: | Flávio da Silva Mesquita |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Virologia Infecções respiratórias Adenovírus humanos Sequenciamento Perfil de saúde Reação em cadeia da polimerase em tempo real Caracterização molecular Técnicas de genotipagem Revisão taxonômica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | adenovirus | Caracterização Molecular | Epidemiologia | Infeccao Respiratoria | pcr em tempo real | sequenciamento | Virologia |
Resumo Infecção respiratória aguda (IRA) no trato inferior é a quarta maior causa de mortes no mundo. Em crianças menores de dois anos, o Adenovírus Humano (HAdV) é responsável por 5 a 15% dos vírus responsáveis por IRAs e de 1 a 5% de todas as infecções respiratórias, o que mostra a importância da vigilância e monitoramento dos HAdVs. O HAdV é um vírus pertencente à família Adenoviridae, do gênero Mastadenovirus, possuindo um genoma de DNA dupla fita. O capsômero é formado por 252 subunidades, sendo 240 pela proteína hexon, que formam as faces do icosaedro. As proteínas penton-base e fibra juntas formam os vértices. O HAdV é um importante agente etiológico responsável por diversas patologias em adultos e crianças, principalmente infecções do trato respiratório, infecções oculares, gastroenterites e cistite hemorrágica. Atualmente, existem 68 tipos de HAdV conhecidos, divididos em sete espécies (HAdV-A a HAdV-G). No caso de infecções respiratórias agudas, os HAdV associados à elas são os da espécie B, C e E. A caracterização taxonômica dos HAdVs é feita por sequenciamento e análise dos genes das proteínas hexon (neutralização) e fibra (hemaglutinação). As amostras coletadas no Hospital Universitário da USP em 2015 serão extraídas por método automatizado, seguido da PCR em tempo real (qPCR). Das amostras positivas por qPCR para HAdV será feito uma PCR convencional, com primers específicos para o gene hexon do HAdV, para posterior genotipagem. As amostras visíveis em gel de agarose serão sequenciadas pelo método de SANGER e depois analisadas. | |
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