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Avaliação de genótipos de couve-de-folha Brassica oleracea (L.) var. acephala quanto à resistência a Brevicoryne brassicae (Hemiptera: Aphididae)

Processo: 16/01879-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2016
Vigência (Término): 31 de março de 2017
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Edson Luiz Lopes Baldin
Beneficiário:Matheus Gerage Sacilotto
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Entomologia agrícola   Genótipo   Couve-flor   Brassica   Antibiose   Controle alternativo de doenças de plantas   Casa de vegetação

Resumo

A couve-de-folha, Brassica oleracea (L.) var. acephala é uma hortaliça de grande relevância econômica, cultivada nos chamados cinturões verdes da região Centro-Sul do Brasil, destacando-se como importante fonte de vitaminas e sais minerais na alimentação humana. Dentre as diversas pragas que atacam a cultura, Brevicoryne brassicae (L.) é considerado praga-chave, sendo responsável por ocasionar significativos prejuízos aos produtores desta crucífera. Para o controle deste afídeo, tem-se utilizado sucessivas aplicações de inseticidas sintéticos, as quais, quando excessivas, podem trazer consequências indesejáveis para o meio ambiente e à saúde do consumidor. Este quadro vem estimulando a busca por métodos de controle alternativos ao químico, e que ao mesmo tempo sejam mais sustentáveis e também eficientes. O uso de genótipos resistentes é considerado uma valiosa estratégia no manejo integrado de pragas (MIP), com potencial para reduzir as populações do inseto abaixo de níveis de dano econômico. Este trabalho terá por objetivo caracterizar possíveis mecanismos de resistência de 37 genótipos de couve-de-folha a B. brassicae em casa de vegetação. Inicialmente, serão realizados ensaios avaliando os materiais quanto à capacidade de infestação pelo pulgão, a fim de identificar genótipos com indicativos de resistência. Para tanto, as plantas dos materiais serão infestadas inicialmente com 10 pulgões adultos, contando-se o número total de pulgões presentes aos sete, 14 e 21 dias após a liberação dos insetos. Em seguida serão conduzidos testes de antibiose, avaliando-se 10 genótipos (oito com potencial para resistência e dois suscetíveis). Neste ensaio, serão utilizadas clip-cages para individualizar 30 ninfas (recém eclodidas) sobre as folhas de cada material, observando-se diariamente diversos parâmetros biológicos do inseto, a fim de caracterizar a ocorrência de antibiose.

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