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Triagem de variedades de uvaia (Eugenia pyriformis Cambess) para a proteção contra lipopolissacarídeo (LPS) induzido por inflamação nos macrófagos e seletividade para a atividade da enzima ciclooxigenase-2 (COX-2)

Processo: 16/03024-6
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 06 de julho de 2016
Vigência (Término): 05 de julho de 2017
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Angelo Pedro Jacomino
Beneficiário:Aline Priscilla Gomes da Silva
Supervisor no Exterior: Luis Cisneros-Zevallos
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Local de pesquisa : Texas A&M University, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:14/13473-7 - Caracterização de cambucá, guamirim cereja, jabuticaba pendula e uvaia dura, frutos nativos da Mata Atlântica, BP.DR
Assunto(s):Pós-colheita   Uvaia   Anti-inflamatórios   Antioxidantes

Resumo

As espécies de frutas nativas da Mata Atlântica brasileira ainda são pouco explorado, como a Eugenia pyriformis também chamada de "uvaia". No entanto, o fruto vem sendo estudado atualmente sobre os diferentes pontos de vista de aspecto de qualidade, como forma de agregação de valor. Além disso, nos últimos anos, o consumo de fruta tem sido muito mencionado devido à sua riqueza em vários compostos, tais como vitaminas, compostos fenólicos e antioxidante, cujo valor está estreitamente relacionada com o elevado teor nutritivo e melhoria da qualidade de vida, sendo capaz de minimizar a incidência de doenças. Alguns estudos têm sido relacionados a cerca de compostos fenólicos, presentes na polpa de frutas nativas que podem ter um efeito inibidor sobre vários marcadores relacionados com o desenvolvimento de inflamação celular (ciclo-oxigenase-2 (COX-2), prostaglandinas F2 ± (PGF2 ±), induzível do óxido nítrico sintase (iNOS), o óxido nítrico (NO) e espécies reativas de oxigênio (ROS). Este estágio tem como objetivo avaliar o teor de compostos fenólicos, atividade antioxidante, e potencial anti-inflamatório da polpa de sete variedades de "uvaia", e identificar o perfil de compostos fenólicos por TLC e as amostras de HPLC/MS. As amostras serão liofilizada no Brasil e encaminhados para o Plant Bioactives & Bioprocessing Research Laboratory at Texas A&M University, Texas, USA, onde serão avaliados. Ao final do estágio no exterior, o doutorando terá escrito e submetido um artigo científico, contribuindo para a visibilidade e o impacto da ciência brasileira. O estágio no exterior será desenvolvido na Universidade Texas a & M, no Texas, EUA, sob a orientação do professor Dr. Luis Cisneros-Zevallos, de abril a dezembro de 2016. (AU)