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Utilização de imunoestimulantes em tilápia-do-Nilo

Processo: 16/04426-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de abril de 2016
Vigência (Término): 30 de setembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Aquicultura
Pesquisador responsável:Maria José Tavares Ranzani de Paiva
Beneficiário:Felipe von Atzingen Pereira de Araujo
Instituição Sede: Instituto de Pesca. Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/17967-4 - Utilização de imunoestimulantes em tilápia-do-Nilo, AP.R
Assunto(s):Nutrição animal   Saúde animal   Hematologia veterinária   Adjuvantes imunológicos   Tilápia-do-Nilo   Oreochromis niloticus
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Aquicultura | Hematologia | imunoestimulantes | Nutrição Animal | Sanidade Animal

Resumo

O projeto será conduzido com tilápia-do-nilo, Oreochromis niloticus, na APTA/Pólo - Centro Leste/UPD de Pirassununga/SP, e contará com dois experimentos, nos quais serão testadas dietas com os probióticos PAS-TR® (Bacillus cereus 4,0x108 UFC g-1 e Bacillus subtilis 4,0x108 UFC g-1) e DBA® (Lactobacillus acidophilus - 3,5x109UFC g-1, Enterococcus faecium - 3,5x109UFC g-1 e Bifidobacteria - 3,5x109UFC g-1) e os prebióticos Actigen (Mananoligossacarídeo), quitosana e a macroalga Kappaphycus alvarezii, testados separadamente e em simbiose (probiótico e prebiótico). Em ambos experimentos, a primeira etapa será realizada a avaliação do desempenho zootécnico, parâmetros hematológicos e imunológicos, composição corporal dos peixes, expressão gênica, recuperação da microbiota intestinal e histologia intestinal de tilápias do Nilo alimentadas com as rações específicas de cada tratamento (controle, probiótico, prebiótico 1, prebiótico 2, simbiótico 1 e simbiótico 2) durante 63 dias. Os peixes serão distribuídos sob delineamento experimental inteiramente casualizado com seis tratamentos e quatro repetições para cada um dos experimentos. Na segunda etapa, 30 peixes de cada tratamento serão infectados experimentalmente "in vivo" com Aeromonas hydrophila, após 21 dias de alimentação respectiva aos tratamentos. Nos 15 dias pós-infecção será observado o índice de proteção relativa e os sinais clínicos de infecção com A. hydrophila. O delineamento experimental desta etapa será inteiramente casualizado com 6 tratamentos e 3 repetições em cada experimento. Os resultados obtidos de ambas as fases serão analisados pelo programa SAS®, por análise de variância (ANOVA), seguido do teste de Tukey com 5% de significância. (AU)

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