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Avaliação de autofagia hipotalâmica em resposta ao tratamento com ácido graxo saturado in vitro e in vivo: relação com vias inflamatórias

Processo: 15/25710-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2016
Vigência (Término): 31 de agosto de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição - Bioquímica da Nutrição
Pesquisador responsável:Marciane Milanski Ferreira
Beneficiário:Andressa Reginato
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07607-8 - CMPO - Centro Multidisciplinar de Pesquisa em Obesidade e Doenças Associadas, AP.CEPID
Bolsa(s) vinculada(s):17/08151-9 - Autofagia neuronal em resposta ao tratamento com palmitato: o crosstalk com as células da microglia, BE.EP.DR
Assunto(s):Hipotálamo   Obesidade   Autofagia

Resumo

A obesidade é uma doença caracterizada pelo excesso de adiposidade que compromete a saúde e já se tornou um problema global de saúde pública nas últimas décadas tanto em países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento. Um dos principais aspectos relacionados à obesidade reside na presença do quadro clínico de inflamação de baixo grau crônico que está associado ao desenvolvimento de importantes doenças como diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial, doenças neurodegenerativas e certos tipos de câncer. Além disso, diversos estudos já descreveram que no quadro de obesidade há prejuízos no controle da ingestão alimentar exercido por uma pequena região do sistema nervoso central, o hipotálamo. Parte da ativação inflamatória nessa região se deve à ativação de TLR4 (Toll like receptor- 4) em resposta ao excesso de ácidos graxos, principalmente saturados, ingestão essa comum na obesidade. Nos últimos anos, foi descrito que um mecanismo catabólico denominado autofagia exerce importante papel no controle do balanço energético exercido pelo hipotálamo. A autofagia é retratada como um poderoso processo de degradação lisossomal que mantém a viabilidade celular ao degradar, por exemplo, organelas senescentes e agregados proteicos sendo que alterações na atividade da autofagia parecem romper a homeostasia no controle do balanço energético hipotalâmico bem como prejuízo a atividade neuronal. Entretanto, os mecanismos moleculares envolvidos na falha da autofagia em neurônios hipotalâmicos em resposta à obesidade induzida por dieta hiperlipídica ainda não são conhecidos. Diante a isso, o nosso objetivo é investigar a relação entre a ativação de vias inflamatórias em resposta ao uso de ácido graxo saturado bem como o papel de fatores liberados pela micróglia na modulação de autofagia no hipotálamo de animais experimentais da linhagem Swiss e de linhagens celulares (GT1-7 e BV-2) de modo a estabelecer uma conexão entre esses processos e possíveis alvos terapêuticos para o tratamento da obesidade.

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