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Vitamina D, paricalcitol, glibenclamida e clofazimina: potencial terapêutico e efeitos imunomoduladores na encefalomielite autoimune experimental

Processo: 15/06706-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2016
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Alexandrina Sartori
Beneficiário:Luiza Ayumi Nishiyama Mimura
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Autoimunidade   Esclerose múltipla   Vitamina D   Encefalomielite autoimune experimental   Tolerância

Resumo

A esclerose múltipla (EM) é uma doença inflamatória crônica e desmielinizante do sistema nervoso central (SNC). A imunopatogênese da EM é complexa envolvendo linfócitos autorreativos Th1, Th17 e Tc e também ativação de macrófagos e células da micróglia que liberam vários mediadores pró-inflamatórios e radicais livres. As terapias atuais não determinam cura da doença e alguns pacientes são refratários a estas terapias. Alternativas terapêuticas adicionais precisam, portanto, ser exploradas. Neste contexto, testaremos o efeito terapêutico e imunomodulador da vitamina D3, paricalcitol glibenclamida e clofazimina na evolução da encefalite autoimune experimental (EAE). Inicialmente serão realizados experimentos in vitro para determinar o potencial imunomodulador destas substâncias. Neste sentido investigaremos o efeito da adição destas substâncias na produção de citocinas pró e anti-inflamatórias em culturas de baço e de macrófagos peritoneais de animais normais e em células da micróglia (linhagem BV-2). Também in vitro será avaliado o efeito destas substâncias em ensaios de estresse oxidativo e ativação de inflamassoma por determinação de NO, H2O2, expressão gênica de NLRP3, ASC e caspase-1. Posteriormente serão realizados os experimentos in vivo no modelo C57BL/6 tratado com vitamina D3, paricalcitol ou glibenclamida para determinar em quais momentos (se no início da indução da doença, fase pré-clinica ou fase clínica) estas substâncias são mais eficazes e também para caracterizar seus efeitos imunomoduladores periféricos e locais (SNC). No caso da clofazimina testaremos seu efeito terapêutico no modelo SJL, na fase de reativação da doença. De forma geral utilizaremos ensaios já padronizados no laboratório para quantificar citocinas por ELISA, identificar subpopulações celulares por citometria/PCR e avaliar a eficácia terapêutica por parâmetros clínicos e análise histológica (inflamação e desmielinização) do SNC.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
MIMURA, Luiza Ayumi Nishiyama. Efeito terapêutico diferencial da vitamina D3 e do análogo Paricalcitol no desenvolvimento da EAE. 2019. Tese de Doutorado - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Instituto de Biociências (Campus de Botucatu)..

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