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Controle inibitório do padrão de expiração ativa em ratos submetidos à hipóxia crônica

Processo: 15/23568-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2016
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Daniel Breseghello Zoccal
Beneficiário:Karine Correa Flor
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/17251-6 - Mecanismos neurais de geração do padrão respiratório e do acoplamento simpático-respiratório em condições de hipóxia, AP.JP
Assunto(s):Fenômenos fisiológicos circulatórios e respiratórios   Respiração (fisiologia)   Respiração rítmica   Expiração   Modelos animais

Resumo

Atividade respiratória de repouso é gerada a partir da atividade sincronizada de uma complexa rede neuronal respiratória localizada no tronco cerebral, na qual está inserido um oscilador respiratório primário essencial para a ritmicidade respiratória. Tal oscilador está localizado na coluna respiratória ventral e é constituído por neurônios inspiratórios com características de auto-despolarização. Entretanto, estudos recentes sugerem a existência de um segundo oscilador respiratório, o qual parece ter um papel crítico na geração do padrão expiratório ativo, assim como visto em situações hipóxia e hipercapnia. Esse oscilador expiratório localiza-se rostral a coluna respiratória ventral e ventral ao núcleo facial, em uma região denominada de grupo respiratório parafacial (pFRG). Além do seu importante papel na geração do padrão expiratório, os neurônios respiratórios do pFRG parecem também influenciar a geração da atividade simpática vascular, contribuindo no controle acoplado das atividades respiratória e simpática, especialmente em condições de desafios metabólicos. Estudos sugerem que a ativação dos neurônios expiratórios do pFRG dependa de balanço entre mecanismos excitatórios e inibitórios. No presente projeto, verificaremos a contribuição dos mecanismos inibitórios para a geração do padrão de expiração ativa. Inicialmente, exploraremos a hipótese de que os neurônios do complexo Bötzinger (BötC) sejam uma importante fonte inibitória para o controle da geração do padrão de expiração ativa em ratos naïve. Posteriormente, estudaremos o papel dos mecanismos inibitórios e do BötC, na geração da expiração ativa em ratos expostos à 10% O2 por 24 hs - condição que promove o surgimento do padrão de expiração ativa em condições de repouso. Tais possibilidades serão elucidadas utilizando a técnica da preparação coração-tronco cerebral isolados, na qual será realizada o registro de nervos motores respiratórios e simpático, bem como microinjeções de agonistas e antagonistas farmacológicos na superfície ventral do bulbo. (AU (AU)