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Condomínios residenciais e novas espacialidades urbanas: privatizações e transformações territoriais em palmas

Processo: 15/17864-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2016
Vigência (Término): 31 de março de 2018
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Fundamentos de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Manoel Antonio Lopes Rodrigues Alves
Beneficiário:Érica Emi Takahashi Nakamine
Instituição-sede: Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos (IAU). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Espaço público   Segregação urbana

Resumo

O estudo abordará o tema condomínios horizontais fechados, notadamente um produto imobiliário com grande impacto no cenário urbano brasileiro nas últimas décadas, atrelado às novas formas de consumo da cidade e produção do espaço urbano (que perpassa a ressignificação do domínio público e privado). O estudo tem como objeto a capital Palmas, onde se analisará o processo de urbanização e a inserção dos condomínios no contexto de uma cidade planejada. Os condomínios representam a maneira como as relações sociais e a visão da cidade como espaço compartilhado, modificaram-se através dos tempos, cristalizando as crescentes desigualdades sociais. Este estudo pretende compreender quais as especificidades de Palmas em relação aos condomínios (tendências de tipologia, dimensão, faixa de renda, locais onde se inserem, legislação pertinente, entre outros) e analisar qual a extensão do processo de privatização do espaço urbano, análoga à lógica dos condomínios.Os condomínios e espaços privados são manifestações da atual sociedade: os muros apenas materializam a segregação existente. Essa relação pode ser sentida em algumas quadras projetadas da capital tocantinense, onde há a apropriação do espaço público por determinados usuários, o que não quer dizer que o significado do lugar seja de um espaço democrático e acessível. Pretende-se compreender em que medida o desenho original da cidade em suas lacunas, possibilita a formação de 'condomínios' nas quadras de Palmas, no sentido de privatizar e segregar espaços dentro da cidade.