| Processo: | 16/03490-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Enfermagem - Enfermagem Obstétrica |
| Pesquisador responsável: | Márcia Regina Cangiani Fabbro |
| Beneficiário: | Mariane Paolovick de Lima |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Saúde do homem Identidade de gênero Paternidade Cuidado da criança Diálogo Experiências de vida Análise de dados |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Identidade de Gênero | Paternidade | Relação Pai-Filho | Saúde do Homem | Paternidade |
Resumo A paternidade é uma temática que vem sofrendo modificações em seu conceito, hoje ela é legitimada diferente se comparada há décadas passadas. Este progresso nos permitiu observar que, a figura paterna deixou de conter unicamente o papel de provedor para abarcar atitudes de maior envolvimento e contato afetivo com os filhos, o que consequentemente muda o significado nos relacionamentos familiares. Se antes o homem-pai era chefe e senhor da família enquanto sua esposa e filhos eram seus subordinados; agora o modelo passa por transformações em especial na forma de cuidar/tratar os filhos. Educar, cuidar, amar, zelar pelo bem estar da criança passa a fazer parte da rotina do homem-pai, somando com as atividades que já realizava. Mas como será essa vivencia nos primeiros três meses de vida do bebê, em especial sendo pai pela primeira vez, em um momento em que os cuidados são tradicionalmente exercidos pelas mães? O presente trabalho visa compreender a experiência paterna de "pais de primeira viagem" no cuidado do bebê nos primeiro três meses de vida. A coleta e análise dos dados serão direcionadas pelo referencial teórico-metodológico da Metodologia Comunicativa Crítica. Espera-se também que, ao utilizar um método dialógico, possa haver um reconhecimento dele como pai e dos seus próprios limites, ultrapassando a figura exclusiva de pai provedor e lançando luz as novas paternidades. | |
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