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Das expedições a exposições: etnólogos alemães, índios sul-americanos, instituições (1884-1929)

Processo: 16/04482-8
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2016
Vigência (Término): 30 de junho de 2017
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Antropologia - Teoria Antropológica
Pesquisador responsável:Mauro William Barbosa de Almeida
Beneficiário:Erik Petschelies
Supervisor no Exterior: Ernst Halbmayer
Instituição-sede: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa : Philipps-Universität Marburg, Alemanha  
Vinculado à bolsa:14/09332-9 - As redes da etnografia alemã no Brasil (1884-1926), BP.DR
Assunto(s):História da antropologia

Resumo

A pesquisa de doutorado durante o programa de pesquisa no exterior tem duplo objetivo. Por um lado, almeja-se propor uma releitura das obras produzidas pelos pioneiros da etnologia das Terras Baixas Sul-Americanas Karl von den Steinen, Paul Ehrenreich, Theodor Koch-Grünberg e Max Schmidt, tentando repensar interpretações atuais, principalmente aquelas que consideram as etnografias alemãs como evolucionistas ou confinada a museus. Por outro lado, através de uma pesquisa documental (principalmente em três instituições alemã, o Arquivo Koch-Grünberg em Marburg, no arquivo do Museu Etnológico de Berlim e no Instituto Ibero-Americano, também em Berlim), pretende-se demonstrar de qual forma eles formaram uma rede de cooperações internacionais, que incluía etnógrafos, informantes indígenas, instituições e governos. Além disso, almeja-se estudar esses documentos deixados por eles para entender de quais maneiras eles lidavam na prática com as condições materiais de fazer etnologia (finanças, vendas de coleções etnográficas que eles coletavam, etc), entre 1884 (a primeira viagem de Karl von den Steinen à Amazônia) e 1928 (a última de Max Schmidt).