| Processo: | 15/26729-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Ramon Kaneno |
| Beneficiário: | Raquel Bester Liszbinski |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Nanotubos de carbono Nanopartículas de ouro Nanocarreadores Genes erbB-1 Imunologia tumoral HER2 Fluoruracila Neoplasias colorretais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | câncer colorretal | Egfr | Her2 | nanocarreadores | nanoparticulas de ouro | 5-fluorouracil | Imunologia Tumoral |
Resumo O câncer colorretal (CCR) é o terceiro tipo mais prevalente de câncer no mundo, com frequentes complicações metastáticas muitas vezes associadas ao desenvolvimento de resistência adquirida aos fármacos. Uma das estratégias terapêuticas utilizadas no tratamento de pacientes que não respondem bem à quimioterapia convencional é a imunoterapia baseada na aplicação de anticorpos monoclonais cetuximab ou panitumumab, ambos dirigidos ao receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR). Em alguns casos observa-se associação da resistência aos anticorpos com a ocorrência de mutações do gene KRAS, em outros a resistência está associada à superexpressão de HER2, um receptor da família do EGFR. Assim, este projeto foi elaborado para testar a hipótese de que o uso conjunto de anticorpos anti-EGFR e anti-HER será capaz de reduzir o escape das células tumorais e que a associação com fármacos antitumorais tornará mais efetiva sua eliminação. Com esse propósito, nosso objetivo é utilizar nanopartículas ouro para o transporte de 5-fluorouracil (5-FU), endereçando esses nanocarreadores para as células de câncer colorretal recobrindo-os com anticorpos contra os receptores para fator de crescimento epidérmico EGFR (ErbB-1) e HER2 (ErbB-2). Os nanocarreadores serão testados in vitro quanto a sua interação e internalização por diferentes linhagens de células tumorais (um resistente aos anticorpos e duas sensíveis). A interação e o potencial de internalização serão avaliados por citometria de fluxo, bem como a indução de apoptose/necrose e a avaliação do efeito do construto sobre o ciclo celular das células testadas. | |
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