| Processo: | 15/26200-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica |
| Pesquisador responsável: | Regina Guenka Palma-Dibb |
| Beneficiário: | Lourenço de Moraes Rego Roselino |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Epigalocatequina-3-galato Adesão Quitosana Dentina Materiais adesivos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | adesão | dentina | epigalocatequina-3-galato | inibição de MMPs | quitosana | Materiais adesivos |
Resumo A longevidade da restauração em resina composta é uma busca permanente da Odontologia. Sendo que a preservação da integridade estrutural do colágeno, mantém as propriedades mecânicas, estabilidade química e a resistência a biodegradação da interface resina/dentina, contribuindo para durabilidade da restauração. As metaloproteínases da matriz (MMPs) presentes na dentina, quando ativadas participam do processo de erosão deste tecido, expondo a matriz orgânica a decomposição. O Digluconato de clorexidina (DC) é um inibidor sintético de MMPs, extensivamente estudado na odontologia adesiva, porém esta substância induz a reações inflamatórias e necrose tecidual. A Epigalocatequina-3-galato (EGCG) e a Quitosana (CH) são agentes naturais que apresentam propriedades antimicrobianas, anti-inflamatórias, mineralizadora, de regeneração tecidual, baixa toxicidade, de inibição de MMPs da dentina e de proteção para as fibras colágenas. Porém, na literatura faltam dados científicos que caracterizam o comportamento das propriedades físico-químicas e bioquímicas de dentes tratados com estes agentes em comparação com aqueles tratados com DC e protocolo adesivo convencional. O objetivo deste estudo será obter dados referentes a esses aspectos, pela comparação entre dentes tratados com EGCG, CH, EGCG + CH, com aqueles tratados com DC e com protocolo adesivo convencional, por meio de ensaios mecânicos, químicos e bioquímicos: ciclagem mecânica, microtração, microdureza, espectroscopia no infravermelho transformada por Fourier, microscopia eletrônica de varredura e zimografia in situ. Para isto, a dentina receberá os tratamentos conforme os grupos: GI) ácido fosfórico-controle; GII) ácido fosfórico com DC; GIII) EGCG incorporada ao ácido fosfórico - experimental; GIV) CH incorporada ao ácido fosfórico - experimental; GV) EGCG + CH incorporadas ao ácido fosfórico - experimental. | |
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