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Imagem de tensor de difusão em pacientes com epilepsia focal: análise comparativa de lesão microestrutural e conectividade anatômica entre epilepsia de lobo temporal benigna e refratária e epilepsia frontal

Processo: 16/05985-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de maio de 2016
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Fernando Cendes
Beneficiário:Hebel Oziel Urquia Osorio
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07559-3 - Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia - BRAINN, AP.CEPID
Bolsa(s) vinculada(s):19/15161-6 - Análise regional de imagem por tensor de difusão na substância branca superficial em pacientes com epilepsia devido a displasia cortical focal, BE.EP.DD
Assunto(s):Neurologia   Epilepsia do lobo temporal   Epilepsia do lobo frontal   Neuroimagem   Espectroscopia de ressonância magnética   Conectividade cerebral

Resumo

A DTI é uma técnica de ressonância magnética baseada no movimento direcional da água, criando, de maneira virtual, in vivo e de forma não invasiva, uma representação tridimensional dos tratos de substância branca, através da análise da direção preferencial da água em cada voxel (pixel volumétrico) da imagem analisada. O tensor de difusão (DTI) é uma descrição matemática da magnitude e anisotropia do movimento das moléculas de água. Na substância branca, as presenças de microestruturas, como a mielina, limitam os movimentos brownianos das moléculas de água, restringindo a sua difusão. Desta forma, as moléculas de água se movem de forma mais livre em paralelo aos tratos. Estudos em epilepsia de lobo temporal e esclerose hipocampal analisando alterações no DTI tem mostrado redução da anisotropia fracionada e aumento da magnitude no sistema límbico e lobo temporal ipsilateral desses doentes, bem como alteração de integridade e direcionamento dos tratos de substância branca extra-temporal. Ainda não está claro se estas alterações, correspondem a causa (possível malformação do desenvolvimento subjacente ao processo epileptogênico) ou consequência (alterações estruturais induzidas por crises). Nosso objetivo é analisar imagens de DTI em pacientes com epilepsia de lobo temporal benigna com e sem esclerose hipocampal em comparação com pacientes com epilepsia de lobo temporal refratária, epilepsia frontal com displasia cortical foca e controles. Esta análise comparativa das alterações microestruturais e de conectividade anatômica entre pacientes com epilepsia de lobo temporal (benigna e refratária) e epilepsia frontal poderá ajudar na melhor compreensão da fisiopatologia das alterações de DTI nestas diferentes formas de epilepsia focal, bem como definir os diferentes padrões de conectividade anatômica e sua relação com gravidade da epilepsia, lateralização hemisférica do foco epileptogênico e tipo de lesões na ressonância magnética. (AU)

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