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Estudo de eficiência de encapsulamento e do perfil de liberação de insulina em nanopartículas poliméricas de ácido acrílico, N-isopropilamida e quitosana

Processo: 16/06167-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2016
Vigência (Término): 31 de maio de 2017
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química - Tecnologia Química
Pesquisador responsável:Reinaldo Giudici
Beneficiário:Marcela Ferreira de Carvalho
Instituição-sede: Escola Politécnica (EP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Polímeros (química orgânica)   Insulina   Diabetes mellitus   Excipientes   Liberação controlada de fármacos   Administração oral   Nanopartículas   Portadores de fármacos   Desenvolvimento de fármacos

Resumo

A Diabetes Mellitus é uma doença crônica que representa um grande desafio para o sistema de saúde em todo o mundo. Em 2007, o Brasil ocupava a 7ª posição no ranking de países com maior número de diabéticos, com 6,9 milhões de casos registrados, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com as previsões realizadas, estima-se que até 2025 este número aumente para 17,6 milhões de pessoas com diabetes. Atualmente, o tratamento da diabetes tem sido realizado através da administração de insulina por via parenteral, causando grande desconforto ao paciente. Com o intuito, de minimizar a frequência de administração e procurar uma via menos dolorosa para o tratamento dos pacientes, estudos têm sido realizados na tentativa de obter um bom excipiente por via oral para insulina, sem que esta seja degradada e que continue apresentando uma boa biodisponibilidade no local de liberação. Tendo em conta os desafios, as nanopartículas poliméricas têm sido candidatos promissores como veículos de fármacos para liberação controlada por via oral, devido a sua estabilidade coloidal, resistência química, características físico-químicas e fácil produção. Deste modo, este projeto tem como objetivo estudar a interação entre a insulina e os microgéis sensíveis ao pH com diferentes composições de ácido acrílico, N-isopropilacrilamida e quitosana, através da eficiência de encapsulamento do fármaco nas partículas e do seu perfil de liberação ao longo do tempo, sendo este estudo um ponto de partida para o desenvolvimento de um carregador polimérico para liberação controlada de insulina por via oral. (AU)

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