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Análise da sobrevida de modelo animal de Diabetes Mellitus submetidos ao alotransplante de ilhotas pancreáticas

Processo: 15/24752-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2016
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Alberto Luiz Monteiro Meyer
Beneficiário:Leandro Ryuchi Iuamoto
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Cirurgia experimental   Diabetes mellitus   Transplante das ilhotas pancreáticas   Modelos animais   Análise de sobrevida   Pesquisa bibliográfica   Bases de dados   Palavras-chave

Resumo

A escassez de ilhotas é um obstáculo significativo ao uso generalizado de ilhotas para o alotransplante. De acordo com a Rede de Procura de Órgãos e Transplantes, em 2011, apenas 1562 pâncreas foram recuperados de 8.000 doadores de órgãos disponíveis nos Estados Unidos. Além de muitos doadores de pâncreas não se adequarem a extração de ilhotas, por não satisfazerem os critérios de seleção e o fato da inadequada manipulação das ilhotas, apenas um pequeno número de transplantes de ilhotas pode ser efetuado. O objetivo do estudo é realizar a revisão das tentativas experimentais de alotransplantes em roedores, de modo a analisar os parâmetros envolvidos e a sua viabilidade. A pesquisa foi realizada utilizando a base de dados Pubmed procurando por artigos publicados contendo as palavras-chaves: "rodent islet transplantation"De acordo com os estudos, foi verificado que a maior taxa de sobrevida, foi obtida por Luan et. al. cujo sítio de transplante foi a cápsula renal. Wee et. al utilizou a veia porta (fígado) como sítio de alotransplante e sacrificou as cobaias com 100 dias de pós-operatório; Melzi et. al., Watanabe et. al e Merani et. al obtiveram uma taxa de sobrevida de 100 dias, onde o sítio de recepção do alotransplante foi a cápsula renal.A partir dos estudos analisados, podemos inferir que o aloenxerto em roedores é promissor e continua em desenvolvimento. As taxas de sobrevida vêm aumentando com a descoberta de novos imunossupressores e a utilização de diferentes sítios para enxerto.

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