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Alterações hormonais e comportamentais e estresse oxidativo em encéfalo de animais sobreviventes à sepse.

Processo: 16/10707-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de junho de 2016
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Maria José Alves da Rocha
Beneficiário:Tamires de Assis Vasconcellos Prado
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/12152-5 - Alterações hormonais e comportamentais e estresse oxidativo em encéfalo de animais sobreviventes à sepse, AP.R
Assunto(s):Vasopressinas   Apoptose   Hipófise

Resumo

A sepse e suas consequências, choque séptico e disfunção orgânica, representam um grave problema de saúde pública. Além dos altos custos, causam um grande índice de mortalidade e os sobreviventes após alta hospitalar podem apresentar alterações cognitivas resultando em internações futuras onerando ainda mais o sistema de saúde nacional. Durante a sepse há liberação de citocinas, prostaglandinas, leucotrienos, óxido nítrico, etc., que podem contribuir para a encefalopatia e as alterações cognitivas observadas em alguns pacientes durante e após o tratamento da doença. Também há relatos sugerindo que essas substâncias podem ser responsáveis pelas alterações hormonais que ocorrem durante a sepse. Usando o modelo de ligação cecal e punção para a indução de sepse experimental, nós temos investigado as alterações da secreção de vasopressina que se encontra aumentada na fase inicial e diminuída na fase tardia da sepse, apesar da hipotensão persistente. As hipóteses para esta secreção diminuída foi investigada neste laboratório mostrando que além de alteração no barorreflexo e diminuição temporária nos estoques hipofisários de vasopressina ocorre sinais de estresse oxidativo nos núcleos sintetizadores de vasopressina. Estas alterações, portanto podem ser devidas à morte neuronal que devem comprometer não somente outros eixos hipotálamo-hipofisário, mas também regiões cerebrais envolvidas com comportamentos. Portanto, as investigações das alterações hormonais, comportamentais e encefálicas e de possíveis neuroprotetores em animais sobreviventes à sepse poderão fornecer importantes informações para alertar os profissionais de saúde sobre as consequências da sepse e a importância de monitorar clinicamente estes pacientes após alta hospitalar.