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Células-tronco circulatórias de ascídias de Styelidae

Processo: 16/07607-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de junho de 2016
Vigência (Término): 31 de maio de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Morfologia dos Grupos Recentes
Convênio/Acordo: ANR
Pesquisador responsável:Federico David Brown Almeida
Beneficiário:Juan Jiménez Merino
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/50164-5 - Células-tronco, brotação e a evolução da colonialidade em ascídias, AP.JP
Assunto(s):Clonagem   Células-tronco   Hemócitos

Resumo

As ascídias Styelidae incluem espécies solitárias com reprodução sexuada (assim como com Styela plicata) e espécies coloniais que formam agregados de indivíduos incluídos em uma túnica comum (ou seja Botrylloides e espécies irmãs Symplegma brankenhielmi) com reprodução assexuada por clonagem. Dados anteriores sugerem que uma população de células sanguíneas em espécies diferentes pode estar relacionada com funções essenciais para a brotação vascular e palleal nas ascídias coloniais. Hemócitos circulatórios de Botrylloides são encontrados em elevada abundância (isto é, 1: 5000) quando comparado com a baixa proporção de células-tronco hematopoiéticas na sangue humana (isto é 1: 100000). Nossa hipótese é que a capacidade de regenerar os brotes nas ascídias coloniais desta família resultou de uma expansão e liberação de células-tronco circulatórias na sangue de um ancestral solitário. Para testar esta hipótese, vamos examinar os mecanismos de brotamento em diferentes espécies de Styelidae, e comparar populações de hemócitos envolvidas na brotação e regeneração em espécies coloniais com uma população similar de hemocitos numa ascídea solitária da misma familia. Compreender a natureza molecular e do desenvolvimento destas células pode fornecer informações básicas sobre a origem funcional das células-tronco. Reconstruções evolutivas da função de células-tronco nesta família de cordados poderá um dia permitir-nos identificar as vias de desenvolvimento ancestrais que regulam a atividade de células tronco nos cordades, e em particular as células tronco humanas. Além disso, os perfis de expressão genética de células tronco no projecto podem elucidar alguns possíveis mecanismos empregados por ascídias coloniais para evitar o desenvolvimento de tumores ou cânceres, apesar de manter uma alta abundância de células-tronco circulando em seus corpos. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
JIMENEZ-MERINO, JUAN; DE ABREU, ISADORA SANTOS; HIEBERT, LAUREL S.; ALLODI, SILVANA; TIOZZO, STEFANO; DE BARROS, CINTIA M.; BROWN, FEDERICO D. Putative stem cells in the hemolymph and in the intestinal submucosa of the solitary ascidian Styela plicata. EVODEVO, v. 10, n. 1 NOV 25 2019. Citações Web of Science: 0.
Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
MERINO, Juan Jiménez. Células tronco circulatórias em Styela plicata (Tunicata: Styelidae) (Lesueur, 1823): uma abordagem evolutiva. 2018. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Biociências São Paulo.

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