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Efeitos da regulação da tradução via RSKs em Glioblastomas

Processo: 16/03858-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de junho de 2016
Vigência (Término): 31 de maio de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Martín Roffé
Beneficiário:Danielle Pereira Nascimento
Instituição-sede: A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Glioblastoma   Transformação celular neoplásica   Proteínas quinases S6 ribossômicas   RNA mensageiro   Biossíntese de proteínas

Resumo

A família da "ribosomal protein S6 kinase" (RSKs) é constituída por quatro isoformas em humanos (RSK1 - 4), que são reguladas diretamente pela via de Ras-ERK1/2. As RSKs regulam diferentes funções, como proliferação e controle da transcrição e tradução. A desregulação das RSKs parece ser responsável por diferentes processos oncogênicos em diversos tipos tumorais. Contudo, a função das RSKs em glioblastomas (GBM) ainda não foi descrita. O GBM é o tumor do cérebro mais comum e apresenta altas taxas de mortalidade devido a sua agressividade e baixas respostas aos tratamentos disponíveis atualmente, sendo o tempo de sobrevida menor do que dois anos. Deste modo, descrever as vias de sinalização alteradas e as funções que regulam nos GBMs é essencial para compreender o comportamento a nível molecular deste tipo tumoral, o que pode levar ao desenvolvimento de terapias mais efetivas. Por isso, pretende-se estudar os processos envolvidos na tumorigênese de GBMs que são regulados via RSKs. O presente projeto terá como foco a avaliação do papel das RSKs no controle da tradução de mRNAs em GBMs e as vias de sinalização moduladas pela ativação das RSKs e que possivelmente estejam alteradas em GBMs. Este projeto envolverá a utilização de células nocautes para as RSKs geradas através da técnica de CRISPR-Cas9. Como o principal mediador do controle da tradução dependente das RSKs é mTORC1, estudaremos a regulação desta via e seu efeito nos níveis de tradução. Pretendemos também identificar mRNAs traduzidos de maneira dependente de RSKs através de translatômica. Com isso, contribuiremos para construir uma base sólida para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas para GBMs.

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