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Avaliação da atividade antimicrobiana da EGCG, derivada do chá verde, frente à microrganismos envolvidos em doenças infecciosas da cavidade bucal

Processo: 15/23367-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2016
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Odontopediatria
Pesquisador responsável:Andiara de Rossi
Beneficiário:Caroline Gagliardi Okiyama
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Doenças periodontais   Anti-infecciosos   Epigalocatequina-3-galato   Candidíase

Resumo

As propriedades biológicas, antimicrobianas, antiinflamatórias e antioxidantes da epigalocatequina-3-galato (EGCG), principal polifenol bioativo derivado do chá verde, que já desempenha comprovada ação na prevenção e tratamento de diferentes doenças sistêmicas, também poderiam desempenhar papel na prevenção e tratamento de doenças infeciosas que afetam a cavidade bucal. Sabe-se que, no tratamento de doenças infecciosas da cavidade bucal, como na doença periodontal e periapical ou de infecções oportunistas, como a candidíase decorrente do uso de imunossupressores ou próteses mal adaptadas, o uso de medicamentos citotóxicos, como agentes antimicrobianos de uso prolongado (clorexidina) apresenta efeitos colaterais, o que torna necessário a busca por agentes naturais e não tóxicos que possam prevenir e tratar tais condições. Visando o desenvolvimento de uma formulação à base de EGCG que apresente ação antimicrobiana eficaz contra agentes etiológicos das principais doenças infecciosas que afetam a cavidade bucal (doenças periodontais, periapicais e candidoses), torna-se necessário avaliar inicialmente sua atividade antimicrobiana. O objetivo deste trabalho é avaliar, in vitro, a atividade antimicrobiana da EGCG derivada do chá verde sobre microrganismos envolvidos em doenças infecciosas que afetam a cavidade bucal. Será avaliada a atividade antimicrobiana in vitro da EGCG contra E. faecalis, P. gingivalis, F.nucleatum, P. intermedia, S.aureus, S. aureus multirresistente (MRSA) e C. albicans, por meio da determinação da concentração inibitória mínima (CIM) e concentração bactericida mínima (CBM). Espera-se determinar a ação antimicrobiana da EGCG e futuramente desenvolver uma formulação natural que possa ser utilizada na prevenção e tratamento de doenças infecciosas que afetam a cavidade bucal.