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Efeitos da denervação renal sobre o estresse oxidativo renal na hipertensão renovascular experimental

Processo: 15/23858-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2016
Vigência (Término): 30 de junho de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Erika Emy Nishi
Beneficiário:Nathalia Rodrigues Lopes
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Estresse oxidativo   Função renal   Hipertensão   Reação em cadeia da polimerase em tempo real   Fisiologia cardiovascular

Resumo

Sabe-se que o estresse oxidativo ocorre por meio de um desequilíbrio entre o aumento na geração de compostos oxidantes e a atenuação dos sistemas de defesa antioxidantes, e que já foi demonstrado que o mesmo possui um importante papel na hipertensão arterial (HA). Na HA, níveis elevados de angiotensina II (Ang II) ativam NAD(P)H oxidases via interação com receptores de Ang II tipo 1 (AT-1), produzindo assim o estresse oxidativo. Estudos prévios em nosso laboratório demonstraram que esse mecanismo ocorre em regiões pré-motoras do sistema nervoso simpático em ratos hipertensos renovasculares, contribuindo para a simpatoexcitação, sobretudo renal, e manutenção da HA. A hipótese do presente projeto é que o aumento da atividade dos nervos renais contribui para o estresse oxidativo em rins de ratos hipertensos renovasculares (2 Rins-1 Clipe). Para tanto, será realizada a denervação renal e posterior avaliação do estresse oxidativo renal pela técnica de marcação diidroetídio (DHE), a qual avalia a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS) no tecido e pela quantificação gênica das subunidades da NAD(P)H oxidase (p47 phox e gp91phox) e enzimas antioxidantes (catalase, glutationa peroxidase e superóxido dismutase) pela técnica de PCR em tempo real. Uma vez que o estresse oxidativo pode contribuir para o distúrbio da função renal, serão analisados o volume urinário, a excreção de sódio (Na+) e proteinuria após a denervação.

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
NISHI, ERIKA E.; LOPES, NATHALIA R.; GOMES, GUIOMAR N.; PERRY, JULIANA C.; SATO, ALEX Y. S.; NAFFAH-MAZZACORATTI, MARIA G.; BERGAMASCHI, CASSIA T.; CAMPOS, RUY R. Renal denervation reduces sympathetic overactivation, brain oxidative stress, and renal injury in rats with renovascular hypertension independent of its effects on reducing blood pressure. HYPERTENSION RESEARCH, v. 42, n. 5, p. 628-640, MAY 2019. Citações Web of Science: 4.
NISHI, ERIKA E.; MARTINS, BEATRIZ S.; MILANEZ, MAYCON I. O.; LOPES, NATHALIA R.; DE MELO, JR., JOSE F.; PONTES, ROBERTO B.; GIRARDI, ADRIANA C.; CAMPOS, RUY R.; BERGAMASCHI, CASSIA T. Stimulation of renal afferent fibers leads to activation of catecholaminergic and non-catecholaminergic neurons in the medulla oblongata. AUTONOMIC NEUROSCIENCE-BASIC & CLINICAL, v. 204, p. 48-56, MAY 2017. Citações Web of Science: 2.

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