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Estresse hídrico e resposta imune em sapos (Rhinella ornata) habitando fragmentos de Floresta Atlântica

Processo: 16/05024-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2016
Vigência (Término): 31 de outubro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Fisiologia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:Fernando Ribeiro Gomes
Beneficiário:Adriana Maria Giorgi Barsotti
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/16320-7 - Impactos das mudanças climáticas e ambientais sobre a fauna: uma abordagem integrativa, AP.PFPMCG.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):18/23661-6 - Desafios do front de invasão: balanço hídrico, estresse e imunidade em Sclerophrys gutturalis, BE.EP.DR
Assunto(s):Imunocompetência   Estresse hídrico   Corticosterona   Desidratação   Anfíbios   Fragmentos florestais

Resumo

As populações de anfíbios vêm sofrendo um declínio e/ou extinção devido às mudanças climáticas e ações antrópicas. Dentre várias causas, a perda e fragmentação de habitats e a infecção por patógenos têm sido identificados como principais impulsores da extinção de populações, essa interação apresenta consequências negativas, como redução da função imunológica dos animais. Além disso, estudos mostram que anfíbios vivendo em habitats fragmentados e infectados por patógenos exibem um aumento dos níveis de corticosterona plasmática e a ativação crônica do eixo hipotálamo-hipófise-interrenais (HHI) pode inibir processos importantes em longo prazo, tal como a imunocompetência. Outra variável fisiológica que pode ser afetada pela fragmentação é a taxa de desidratação, a qual pode ser aumentada devido ao "efeito de borda", associado ao aumento da flutuação das condições abióticas na borda da floresta. Sabendo que a fragmentação de habitats estimula a liberação de corticosterona podendo levar à imunossupressão, o presente estudo testará as seguintes hipóteses: 1) A desidratação é um estressor para sapos, sendo a resposta de estresse dependente do nível de desidratação; 2) A fragmentação ambiental leva a alterações microclimáticas que acarretam em um aumento dos níveis de desidratação dos sapos e, consequentemente gera uma resposta crônica de estresse. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
GIORGI BARSOTTI, ADRIANA MARIA; TITON JUNIOR, BRAZ; MONTEIRO TITON, STEFANNY CHRISTIE; GOMES, FERNANDO RIBEIRO. Dehydration as a stressor in toads (Rhinella ornata). JOURNAL OF EXPERIMENTAL ZOOLOGY PART A-ECOLOGICAL AND INTEGRATIVE PHYSIOLOGY, v. 331, n. 3, p. 168-174, MAR 2019. Citações Web of Science: 0.

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