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Estabelecimento de cultivo primário de células de melanoma canino visando testes de novos agentes antineoplásicos

Processo: 15/25158-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2016
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Maria Lucia Zaidan Dagli
Beneficiário:Andreia Caringi Miraldo
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Oncologia veterinária   Melanoma   Oncologia   Cães

Resumo

O melanoma canino é uma neoplasia altamente agressiva e metastática, inexistindo atualmente tratamentos efetivos para esta doença. O objetivo deste projeto é gerar uma linhagem in vitro de melanoma canino . Para tanto, fragmento de melanoma bucal canino será colhido, as células serão dissociadas e inseridas em garrafa de cultura contendo meio DMEM suplementado com 10% de soro fetal bovino, 200U/mL de penicilina, 200¼g/mL de estreptomicina e 50¼g/mL de anfotericina B. O tecido tumoral fragmentado será incubado em estufa umidificada com atmosfera contendo 5% de CO‚ a 37ºC. As células se desprenderam gradualmente dos fragmentos do tecido formando uma monocamada na garrafa de cultivo. O crescimento das células neoplásicas será quantificado às 24, 48 e 72 horas por meio do MTT. Após o processamento inicial do tumor, as células serão mantidas em cultura, permitindo a saída das células do fragmento tumoral para a garrafa de cultivo. As células serão acompanhadas periodicamente para avaliação do crescimento celular e verificação de possíveis contaminações. Chegando a uma confluência de 90% as células serão dividas em mais garrafas para a expansão das mesmas. Para tanto, as células serão tripsinizadas com tripsina -EDTA 0,05% (Gibco) por 10 minutos a 37ºC. Após o desprendimento das células da garrafa a tripsina será inativada com meio de cultivo contendo soro fetal bovino. A suspensão celular será centrifugada a 1500 rpm por 5 minutos. O sobrenadante será descartado e as células ressuspendidas em meio novo e dividida em novas garrafas. O congelamento das células será realizado com uma mistura de 90% de soro fetal bovino e 10% de dimetilsulfoxóxido (DMSO) e estas células serão mantidas em nitrogênio líquido ou freezer -80ºC. As células do melanoma serão caracterizadas por meio de imunoistoquímica. Espera-se desta forma obter linhagem de melanoma canino, permitindo seu posterior uso para testes de novos agentes antineoplásicos.

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
NISHIYA, ADRIANA TOMOKO; NAGAMINE, MARCIA KAZUMI; MACKOWIAK DA FONSECA, IVONE IZABEL; MIRALDO, ANDREA CARINGI; SCATTONE, NAYRA VILLAR; GUERRA, JOSE LUIZ; XAVIER, JOSE GUILHERME; SANTOS, MARIO; MASSOCO DE SALLES GOMES, CRISTINA OLIVEIRA; WARD, JERROLD MICHAEL; LIU, SHIHUI; LEPPLA, STEPHEN HOWARD; BUGGE, THOMAS HENRIK; ZAIDAN DAGLI, MARIA LUCIA. Inhibitory Effects of a Reengineered Anthrax Toxin on Canine Oral Mucosal Melanomas. TOXINS, v. 12, n. 3 MAR 2020. Citações Web of Science: 0.

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