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Efeito da terapia com laser de baixa potência (LBP) sobre os linfócitos Th2 durante a inflamação pulmonar em modelo experimental de asma crônica

Processo: 16/11776-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2016
Vigência (Término): 30 de abril de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Ana Paula Ligeiro de Oliveira
Beneficiário:Tawany Gonçalves Santos
Instituição-sede: Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Campus Vergueiro. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/16498-5 - Efeito da terapia com laser de baixa potência (LBP) em modelos experimentais de doenças pulmonares crônicas, AP.JP
Assunto(s):Terapia a laser de baixa intensidade   Movimento celular   Asma   Citocinas   Modelos animais

Resumo

A asma é uma doença inflamatória crônica, predominantemente das vias aéreas, mas também envolve o sistema vascular e parênquima pulmonar, na qual as células inflamatórias, a musculatura lisa e o epitélio brônquico têm um papel fundamental na fase inicial, progressão e perpetuação da doença. A terapia com laser de baixa potência pode ser forma de auxílio no tratamento de pacientes asmáticos por melhorar a qualidade de vida e reduzir sintomas e o uso de medicamentos. No entanto, não existe um consenso a respeito sobre a intensidade de treinamento ideal para esses pacientes assim como também existem pouquíssimos estudos a respeito dos possíveis mecanismos da Laserterapia para esses pacientes. Por esses motivos, os objetivos do presente estudo foram avaliar o efeito da Terapia com Laser de Baixa Potência (LBP) sobre um modelo de inflamação pulmonar alérgica aguda em camundongos. Os animais serão sensibilizados com ovalbumina mais alum nos dias 0 e 14. A partir do dia 21 os animais serão submetidos ao desafio intranasal com 10 µg de OVA, 3 vezes por semana durante 5 semanas. No dia 22, os animais serão sacrificados para análise da inflamação pulmonar. A Terapia com LBP será realizada após cada desafio por via inalatória com o antígeno. Vinte e quatro horas após o desafio serão realizados o lavado broncoalveolar, a expressão de IL-4, IL-5, IL-10 e IL-13 pelas células inflamatórias. Também será avaliada a deposição de fibras colágenas e elásticas (nas vias aéreas e vasos pulmonares) bem como o espessamento da musculatura lisa brônquica e vascular assim como da camada epitelial brônquica. (AU)