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Aperfeiçoamento da técnica espectroscopia de infra vermelho por transformada de Fourier (FTIR) na discriminação de microalgas verdes

Processo: 16/08546-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2016
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica
Pesquisador responsável:Armando Augusto Henriques Vieira
Beneficiário:Marcelo Malisano Barreto Filho
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/50054-4 - Biodiversidade de microalgas de água doce: banco de germoplasma e obtenção de marcadores moleculares das espécies criopreservadas, AP.BTA.TEM
Assunto(s):Microalgas   Chlorophyceae   Espectroscopia infravermelho transformada de Fourier   Análise espectral

Resumo

As microalgas da classe Chlorophyceae têm grande importância ecológica e diversidade marcante em ambientes de água doce. No entanto, a compreensão desta biodiversidade e a correta identificação e classificação de seus membros ainda se apresentam como objetivos elusivos. À semelhança das bactérias, os conceitos tradicionais de espécie não se aplicam a boa parte do grupo, e mesmo a biologia molecular enfrenta algumas dificuldades para atingir estes objetivos. Desta forma, tem sido proposto que estes trabalhos sejam feitos através de uma abordagem polifásica, com diversas técnicas em conjunção. Uma das técnicas recentemente aplicadas é a espectroscopia de infravermelho por transformada de Fourier (FTIR). Esta técnica apresentou excelente capacidade de discriminação dos organismos e uma classificação coerente com a biologia molecular. No entanto, para ser mais amplamente aplicada, é necessário que seja aperfeiçoada. O principal entrave à sua aplicação ampla é o fato de que o estado fisiológico dos cultivos influencia os espectros de forma a piorar a discriminação e classificação dos organismos. O presente projeto tem por objetivo entender quais regiões dos espectros são mais influenciadas e isolá-las, de forma que estas variações possam ser minimizadas e um maior número de cultivos, em menor volume, possa ser feito concomitantemente. Isto permitirá a criação de uma biblioteca espectral que possa ser comparada a dados moleculares que nosso grupo de pesquisa tem gerado nos últimos anos. Em paralelo, identificar as regiões espectrais mais variáveis em relação ao estado fisiológico dos organismos servirá de subsídio para pesquisas futuras em um contexto de espécies fisiológicas, embora este não seja um dos objetivos deste projeto.