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Investigação da ressonância magnética funcional como biomarcador em ela

Processo: 16/06254-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2016
Vigência (Término): 31 de julho de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Marcondes Cavalcante Franca Junior
Beneficiário:Santiago Martin Paredes Arcentales
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Ressonância magnética   Biomarcadores   Esclerose amiotrófica lateral   Neurologia

Resumo

A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma enfermidade neurodegenerativa rapidamente progressiva, sem tratamento eficaz conhecido e fisiopatologia ainda obscura. O diagnóstico da doença é difícil, sendo geralmente retardado em 10 a 12 meses após o início dos sintomas, e a apresentação clínica é bastante variável, podendo incluir inclusive alterações cognitivas e comportamentais. Com isso, tornou-se necessário o uso de biomarcadores confiáveis para diagnóstico precoce e avaliação do prognóstico individual. Especial interesse tem surgido acerca de marcadores de através de neuroimagem, em especial a Ressonância Magnética (RM), pela capacidade de avaliar alterações in vivo de maneira não invasiva, com alta fidelidade anatômica. Estudos por Ressonância Magnética Funcional (fMRI) envolvendo a atividade cerebral em repouso (resting state) permitiram o estudo redes funcionais motoras sem a necessidade de paradigmas, o que tem especial relevância devido ao contexto de déficit motor exuberante. Especula-se que as alterações funcionais são até mesmo mais precoces do que os achados anatômicos, como atrofia cortical, o que confere à fMRI maior potencial como biomarcador em estágio precoce na ELA. Parâmetros inovadores, a exemplo da amplitude das flutuações de baixas frequências (ALFF, do inglês amplitude of low frequency fluctuations), ALFF fracional (fALFF) e homogeneidade regional (ReHo, do inglês regional homogeneity), ganharam atenção recentemente. Especula-se que esses parâmetros podem estar relacionados com o grau de ativação cerebral. Assim, propomos um estudo longitudinal com o objetivo de investigar a utilidade da fMRI, por meio dos parâmetros de ALFF, fALFF e ReHo, como possíveis biomarcadores clínicos e cognitivos em pacientes com ELA..

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