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Estudo da modulação da proteína anti-inflamatória Anexina A1 em câncer de colo de útero

Processo: 16/07605-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2016
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Flávia Cristina Rodrigues Lisoni
Beneficiário:Thaís Bravo Picão
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil
Assunto(s):Movimento celular   Cultura de células   Proliferação celular

Resumo

O câncer de colo de útero, também chamado de câncer cervical, é o segundo tipo de câncer mais frequente em mulheres mundialmente, sendo a quarta causa de morte por câncer em países em desenvolvimento. A carcinogênese de colo de útero está relacionada com alterações genéticas, infecção pelo Papilomavirus Humano (HPV), angiogênese e processos inflamatórios. A idéia de que a inflamação está envolvida na tumorigênese é apoiada pela observação de que o câncer surge freqüentemente em áreas de inflamação crônica. Por outro lado, a resposta inflamatória é controlada pela ação de mediadores anti-inflamatórios, que atuam para manter a homeostasia da resposta imunológica e prevenir a lesão tecidual. Entre esses mediadores destacamos a anexina-A1 (ANXA1), proteína de 37 kDa, que é expressa pelas células tumorais e atua como moduladora do processo inflamatório. No entanto, os mecanismos moleculares pelos quais a ANXA1 modula as respostas celulares nos processos inflamatórios ainda não estão completamente determinados. Os dados disponíveis sugerem que essa família de proteínas pode ter, além de seu importante papel no processo inflamatório, um envolvimento significativo no câncer, por meio de cascatas de sinalização que incluem genes relacionados com o ciclo celular, a diferenciação e a apoptose. Diante dessas considerações, investigaremos, in vitro, a influência da proteína anti-inflamatória ANXA1 nas células HeLa sobre a morfologia, proliferação e migração celular, observando como ANXA1 modula essas alterações que podem participar do processo inflamatório e tumorigênico. Para isso será utilizada a linhagem celular HeLa (derivada de células de adenocarcinoma de cérvix) tratadas com o peptídeo da ANXA1 por 2, 4, 24, 48, 72 e 120 horas. Assim, poderemos obter mais informações de como essa proteina anti-inflamatória age e direcionar, futuramente, terapias gênicas personalizadas.

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